Quero pedir desculpas pelo tempo sem postar, eu meio que entrei em uma onda de bloqueio e a correria também não ajudou. Mas, as coisas estão se normalizando, então... Que tal um pouco de confusão na vida da Joyce?
beijos.
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Eu sempre me imaginei acordando ao lado de um homem lindo, olhos claros e com traços angelicais. Era o meu sonho de adolescente após passar o dia todo enfurnada em meio aos estudos. Apenas nunca pensei que a beleza surreal que a minha imaginação — bem fértil, se querem saber — criava, poderia ser superada e substituída pela realidade quase inacreditável.
Guilherme Fragoso dormindo era o anjo que, acordado, nunca seria.
Fiquei com pena e receosa de levantar, mas o fiz e observando aquele homem maravilhoso dormindo, tomei banho e troquei de roupa. Aceitando que, de fato, o fim de semana tinha acabado e levado com ele a minha tão costumeira, virgindade. Eu havia transado — e muito — com o Fragoso. E, óbvio, amado cada segundo.
Meu bom humor casava com o vestidinho amarelo e a jaquetinha descontraída que eu vestia e o sorriso mal cabia no meu rosto. Argh! Isso era tão bom e ruim ao mesmo tempo, a sensação de estar voando sem sequer ter tirado os pés do chão.
— Se eu soubesse que seu ritual de arrumação era tão encantador, tinha acordado muito antes só para observar — a voz sonolenta dele me fez sorrir e virar, ainda colocando os brincos. Eu sabia que era graciosa como uma pata tentando dançar valsa, mas não custava nada tentar, não é?
Bufei, sem conseguir não sorrir ao vê-lo resmungar baixinho para levantar. A pele, antes alva, das costas, agora era adornada por vários arranhões e o ombro tinha uma bela marca de mordida. Será que isso foi antes, durante ou após?
Nem eu sei.
— Vai tomar banho, eu ainda vou me maqu... — peguei a base, mas Guilherme me interrompeu no processo. Os olhos amarelados me encarando fixamente. — O que foi?
— Não precisa de maquiagem, você está exalando um brilho que nenhuma marca de cosmético conseguiria patentear, Joyce — murmurou de maneira tão doce que quase me derreti inteira e suspirava como uma boba. Porém, apenas gargalhei e soltei uma piscadela.
— Você só está me achando bonita depois de passar praticamente o domingo todo na sua cama, suada e descabelada. Nem todo mundo tem a oportunidade de ser esgotado por mim — voltei a passá-la no rosto e sorrir. Quem já se viu? Estava escrito na minha testa que eu transei? Está tão óbvio assim?
Guilherme não resmungou, só resolveu obedecer e ir fazer o que eu havia pedido. Não queria me atrasar, eu podia estar dormindo com o dono da Imperium, porém minha responsabilidade continua a mesma. Sou a Superintendente.
Os saltos se acomodaram nos meus pés, assim como o óculos de sol, após terminar a maquiagem, a minha mala estava uma bagunça e a preguiça de organizar as coisas sob a penteadeira — que é até meio gay — do Fragoso, reinava sobre mim. Resolvi sair do quarto para deixá-lo se aprontar sozinho.
Nick me seguiu e eu gargalhei quando vi que ele tinha prendido a bolinha na quina do sofá.
— Oh, bebê — acariciei a cabeça dele, pegando a bolinha para devolvê-lo. Ele havia se adaptado rápido ao novo ambiente. O que era esperado, já que o Guilherme era quase um segundo dono para ele. — Passou a noite sem a sua bolinha, foi? — ele exibiu a língua, lambendo a minha mão.
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O Sabor Dos Seus Lábios - As Whiter's
RandomASSIM COMO MAR CALMO NUNCA FEZ BOM MARINHEIRO, SÃO OS INVESTIMENTOS DE RISCO QUE FAZEM OS EMPRESÁRIOS DE SUCESSO. O que uma mulher bem sucedida que venceu vários preconceitos por ser jovem e acima do peso, conseguindo chegar ao cargo de Supe...
