OOOOOOOOOOOOOI, RAINHAS.
Para comemorar o nosso Quadragésimo Capítulo, que tal um capítulo quente no ponto de vista do nosso lindo e maravilhoso Guilherme Fragoso? Espero que gostem!
BEIJOS.
***
Joyce Ribeiro despertava todos os instintos que passei anos aprimorando para sequer aparecerem. Desde a vontade de proteger até, agora, onde estou completamente cego pelo desejo e prestes a tomá-la para mim. Dessa vez, com uma selvageria nada comparada a gentileza da primeira vez.
— Se seu corpo fosse um mar... — a minha voz saia rouca e ofegante, talvez pelo fato de, mesmo estando debaixo de mim, ela não se submeter, se esfregava e mordia aqueles belos lábios carnudos — Eu me afogaria com prazer nessas curvas, Joyce... — gemi baixo e eu mal havia entrado nela e já me sentia pulsar de forma descontrolada.
Agradeci mentalmente por, em todo canto daquele quarto, ter preservativos e, no automático, nos protegi. Ao contrário de algumas outras mulheres com quem dormi, ela não desviou o olhar, apenas passou a língua sob a boca e sacudiu a cabeça, rindo. Os fios castanhos bagunçados, o olhar enviesado, de uma garota louca de tesão...
Céus! De onde essa mulher saiu? Nunca pensei em ver a Ribeiro tão... Sexy.
— Se continuar assim, eu não vou aguentar muito tempo — rosnei, puxando-a pelas coxas. Ela soltou um gritinho e eu sorri malicioso. — Isso, gostosa, se você gritou quando eu só te puxei, imagina quando eu estocar em você? — apoiei meus braços ao lado do seu corpo e senti suas pernas laçarem meu quadril e, mesmo estando coberto pela camisinha, eu sentia o seu sexo pegar fogo e escorregar de tão excitada que estava.
Mesmo estando com a mente nublada e desejando pensar com o pau e fodê-la até ver suas pernas tremerem, precisava lembrar que eu era grande e a Joyce, apesar de estar agindo como uma mulher experiente, ainda não estava acostumada com o meu tamanho.
Então, roçando brevemente a minha barba em seu pescoço, eu a olhei, diminuindo o ritmo de toda aquele furacão que nos tornamos. Beijar os lábios dela era como experimentar um pedacinho do céu. Devagar, me forcei contra a sua entrada e, mesmo entrando devagar, ela arfou baixo, apertando as unhas contra os meus ombros e jogando a cabeça para trás.
Era difícil sequer me concentrar.
— Porra, Joyce. — ofeguei, soltando uma série de grunhidos que nem eu consegui identificar de tão graves que foram. Ela era muito apertada, muito quente e, por um acaso delicioso, o preservativo fino não conseguia me privar de tais sensações. Eu me perdia dentro dela.
— Mais forte...
Ela não precisou pedir de novo, eu ergui meu corpo, agarrando uma de suas pernas para cima do meu ombro, tendo a visão do paraíso. Ela, aberta para mim e seus seios balançando de uma maneira deliciosa enquanto eu entrava e saía, escutando o barulho dos nossos sexos se chocarem.
— Me fode com mais força, Fragoso! Mais rápido! — ela gritou, soltando um gemido em seguida. Eu obedeci, urrando com todo aquele prazer. Não era sexo, era melhor, era quase transcendental. — Enfia esse pau mais fundo! — era impossível não enlouquecer ao ouví-la falar essas sacanagens.
Mais um pouco nesse ritmo e eu gozaria. Eu era um tipo de bomba relógio que só era ativada em contato com aquela maravilha de corpo, com aquele calor. Joyce me excitava de um modo que poderia ser considerado nocivo.
E se meu orgasmo viesse, eu traria ela junto.
Desci com cuidado a perna dela, voltando para nossa posição inicial, olhando no fundo daqueles olhos castanhos, trilhei beijos até o lóbulo da sua orelha, onde depositei algumas mordidas.
Eu também sabia falar sacanagens.
— Está gostando de me sentir nessa bocetinha gostosa? — gemeu baixinho, afirmando e eu quase sai todo de dentro dela — Me sente, Joyce, vou enfiar tudo agora , sente meu cacete te comendo com a força que tanto pediu — a pancada dos nossos corpos não poderia sequer ser igualada ao grito delicioso que ela soltou, eu ri, mas foi minha vez de gemer alto quando a Joyce se contraiu ao meu redor.
Era o momento que eu não tinha mais controle.
Nem ela.
Nossos corpos, o suor, meus braços a agarrando, os gemidos altos que ela soltava, se misturando com os meus grunhidos e palavrões. O quadril daquela bendita mulher parecia um instrumento à parte do corpo, algo feito para despertar a insanidade.
Na hora que suas pernas tremeram, eu gritei.
Ela estava quente, molhada e foi impossível me segurar.
Despenquei em cima dela, tomando cuidado para não machucá-la, sentindo a maravilhosa sensação que o orgasmo trouxe. Ela ainda tinha alguns espasmos e eu sorri, satisfeito por tê-la feito gozar com tanta intensidade.
— Temos muito tempo ainda?
Joyce riu e eu me ajeitei na cama, puxando-a para os meus braços, a intimidade quente roçando na minha coxa, o corpo suado, os seios deliciosos e a pele morena reluzindo com o sorriso de uma foda que, para ambos, foi magnífica.
— Isso não é um motel, Fragoso. Esse quarto é meu. — a voz dela saiu ofegante, assim como sua respiração.
Sorri.
— Que bom.
— Por quê?
Escorreguei minha mão até achar aquela bunda maravilhosa e dar um belo tapa.
Ela soltou um gritinho safado.
— Porque não planejo sair daqui nem tão cedo.
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O Sabor Dos Seus Lábios - As Whiter's
RandomASSIM COMO MAR CALMO NUNCA FEZ BOM MARINHEIRO, SÃO OS INVESTIMENTOS DE RISCO QUE FAZEM OS EMPRESÁRIOS DE SUCESSO. O que uma mulher bem sucedida que venceu vários preconceitos por ser jovem e acima do peso, conseguindo chegar ao cargo de Supe...
