Autoria própria✔️
- Desculpem os erros ortográficos -
Um mundo perigoso, com riscos e ameaças, medos e raivas, mas que tambem pode se ver uma felicidade por traz disso!
Mas essa felicidade pode acabar por um simples lembrar do passado, porque tudo...
Fiz algumas mudanças na história, uma dela foi a mudança do nome de duas personagens Luiza e Eliza, que agora se chamam Liza e Bella.
Ass. LuizaSilva_M
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Anteriormente:
Gavião. Sabia que você não ia ficar muito tempo conciente (ele pega a algemas e prende meus pulsos) bebe isso (abro a boca e ele me da dois comprimidos e os coloca na minha boca, ele ia colocar água na minha boca, mas engulo os comprimidos secos) Tio vai logo, ele vai se revoltar daqui a pouco (meu padrinho assente e acelera o carro, dois disso sinto algo ser colocado em meus olhos e não exergo mais nada)
Gabriel (Gavião) narrando:
Se ele não ver ele não vai atacar, tiro uma máscara de dormir preta e tiro da mochila que estava ao meu lado e coloco em seus olhos, quando menor, as vezes tampava seus olhos para ele não enxergar nada ai ele conseguia pensar e voltar ao normal mais rápido
Gavião. Padrinho liga pra tia Helena e manda ela ir o mais rápido possível a clínica (ele assente e liga, mas ela não atende e logo ele liga pra outra pessoa)
Chefão. Felipe...o Lúcifer ta tendo outro ataque, tenta da um jeito de ligar pra Helena e manda ela ir pra clinica agora... sim (desliga o celular e me encara) eles vão dar um jeito de chamar ela (assinto)
Depois de mais quinze minutos na estrada chegamos na clínica, estacionamos na frente mesmo, e os primeiros a sair foram os seguranças, o outro carro foi para o fundo, pois estavam usando roupas de enfermeiros, meu tio e meu padrinho sairam só estava eu e o Marcos no carro, tirei a máscara de seus olhos e ele olhou em volta e depois me encarou
Marcos (Lúcifer) narrando:
Logo a escuridão sumiu, já me sentia melhor só minha cabeça que doía, olhei em volta já não via mais vulto e nem escutava, mas nenhuma voz na minha cabeça, virei o rosto e olhei para Gabriel
Gavião. Vamos? (assenti, ele ia tirar as algemas, mas afasto meus pulsos dele)
Lúcifer. E melhor não (ele assente e sai do carro e abre a porta para que eu saia)
Sai e olhei paro o outro lado da rua em volta vendo uma enorme casa, parecida com aquelas casas de campo, branca com três andares, envolta tinha um murro médio com serca elétrica em cima e grandes arvores bem podadas.
Atravessamos a rua e dois policiais que estavam falando com meu pai e meu padrinho me encaram com desdem, e lhes lancei um sorriso cínico
Lúcifer. Não estão com medo do louco lhes atacar (provoquei eles)
Policial de ocolos. Você não e um cachorro pra morde rapaz!
Lúcifer. Não queira testar (olho para o outro policial com um olhar maligno e ele parse estar com medo pois se afasta) novato? (percebo que ele engole o seco)