Capitulo 18

1.7K 87 2
                                        



CHRISTOPHER


Acordei com os beijos de Dulce no meu pescoço, suspirei deliciado com seu toque e a abracei colocando meu peso em cima dela ainda de olhos fechados.

Escutei sua risada tentando sair de baixo de mim.

- Você tá muito pesado maridinho – debochou – Talvez precise de uma dieta – brincou e abri os olhos espantado.

- Você não disse isso – falei de boca aberta e neguei com a cabeça. Ela riu ainda mais – Vou te fazer pagar por isso – comecei a fazer cócegas nela que se contorcia e pedia pra eu parar.

Ficamos um tempo na brincadeira até que parei cansado, rolei para o lado respirando fundo e rindo.

- Você está toda vermelhinha princesa – me apoiei no braço para encara-la.

- Tudo culpa sua – se sentou ajeitando os cabelos.

Ela me olhou por um tempo e depois desviou o olhar sorrindo.

- O que foi? – perguntei curioso.

- Feliz Aniversário – falou com um sorriso de lado – Sei que você não gosta desse dia, mas é especial pra mim, porque foi o dia que você nasceu, e graças a Deus, pois agora eu tenho você aqui me fazendo feliz todos os dias – a olhei emocionado.

Sentei-me e a puxei pra mim a abraçando como pude.

- Obrigada princesa - beijei sua testa e a mirei – Só de estar aqui com você já torna esse o dia mais especial de todos – acariciei sua bochecha – você Dulce Maria também me faz feliz todos os dias e espero que continue assim por um longo tempo – ela sorriu e me beijou.

Segurei em sua cintura e me deitei sobre ela aprofundando o beijo, massageei sua boca com minha língua e ela gemeu satisfeita.


[...]


Ficamos na cama durante alguns minutos antes de fazer nossa higiene matinal e nos vestir. Descemos para o café e Anna já nos esperava.

- Hoje você caprichou Anna – Dul disse surpresa com todo o banquete que ela tinha preparado. Anna sempre fazia isso no meu aniversário, um enorme café da manhã com tudo que se tinha direito.

- Hoje é um dia raro – deixou subtendido e nós rimos – Com licença – disse e se retirou.

Puxei a cadeira pra Dul que se sentou e fiz o mesmo.

- Está uma delícia – elogiou provando a torrada com geleia de morango.

Ri da sua expressão.

- Sim, muito bom – concordei.


[...]


Estávamos deitados no sofá da sala assistindo a um filme qualquer, no entanto eu não prestava atenção, estava mais interessado nas minhas mãos passeando pelo corpo de Dulce, que estava deitada no meu peito.

Beijei o lóbulo de sua orelha e a mesma gemeu.

- Christopher – reclamou e se virou pra me olhar.

- Não tenho culpa se você é gostosa – justifiquei sorrindo de lado, voltei a beija-la em vários lugares – nem que te deixo toda molhada só com um toque - ela arregalou os olhos, tentando se afastar.

- Você é um safado – disse ultrajada.

- Eu sei que você gosta – passei a mão por debaixo do seu vestido fazendo caminho até sua calcinha, Dul estremeceu.

- O que tá fazendo? – perguntou, a voz falhando.

- Fica quieta – sussurrei perto do seu ouvido.

Afastei a calcinha com o dedo e enfiei o dedo mindinho nela acariciando sua bu/ceta. Ela arfou e enfiou o rosto na curva do meu pescoço e balançou os quadris, minha morena estava muito excitada.

Depois retirei o dedinho e trabalhei sua intimidade com o indicador.

- Ahh – gemeu baixinho e apertou meu braço.

Fodi ela com os dedos, tocando em cada parte dela.

- Delicia – falei acelerando os movimentos – Como você é apertadinha, go/za pra mim princesa.

- Christo...pher – gemeu alto me obedecendo e deixando derramar seu orgasmo sobre os meus dedos.

Tirei minha mão pra fora e lambi meu dedo com seu go/zo enquanto ela respirava ofegante tentando normalizar a respiração.

- Alguém podia ter entrado e nos visto sabia? – falou rindo e levantou a cabeça pra me encarar

- Que eu saiba não é errado dar um pouco de prazer pra minha mulher – murmurei e ela corou. Aproximou o rosto com o meu e me beijou apaixonadamente.

Fomos interrompidos com o som do celular dela, que resmungou o pegando.

- Quem nos atrapalha? – brinquei.

- Annie – revirei os olhos e ela atendeu – Fala mala – acariciei suas costas enquanto ela conversava – Nós já conversamos sobre isso – respirou fundo – E você é uma chata – sorriu e me olhou – Tudo bem, fala com ele – e me entregou o celular.

- O que foi? – perguntei irritado por ela ter interrompido o nosso momento.

- Nós vamos sair, então se arruma e a sua mulher também – falou cheia de si.

- Anahí não seja teimosa – suspirei

- E você não seja turrão – reclamou – Nós queremos comemorar o seu aniversário juntos. Antes você arrumava desculpa e tudo mais, mas dessa vez não vai rolar – disse não aceitando um não – Ou eu vou arrastar a Dulce pra uma boate cheia de homens que adorariam dar uns pegas nela – ameaçou me fazendo arregalar os olhos. Dul me olhou preocupada e eu disfarcei.

- Você é uma cobra Annie – ela gargalhou como se não fosse nada.

- É porque você ainda não viu meu veneno – debochou – Até a noite, depois mando o endereço, beijinhos – disse e desligou. Olhei para o celular perplexo.

- O que houve? – Dul perguntou.

- Parece que vamos sair – fiz careta e ela riu...

Mi Nuevo Vicio - VondyHistórias para pegar e não largar. Descubra agora