CHRISTOPHER
Comemorar meu aniversário não tinha sido tão ruim com eu havia pensado, estar ali com os meus amigos e a Dulce faziam toda a diferença pra mim.
- As meninas estão demorando – disse a Alfonso que me olhou sem preocupação. Tomei minha água nervoso.
- Relaxa cara, sabe com a Annie é, deve estar enrolando no banheiro – revirou os olhos. Fiquei inquieto e ele bufou – Se tá tão preocupado vamos procura-las – assenti e seguimos pelas pessoas em direção ao fundo da boate.
Eu não gostava da Dulce só naquele lugar cheio de homens mal intencionados, e Annie já era louca o suficiente sóbria, imagine bêbada, vai saber o que elas estavam fazendo.
Paralisei assim que chegamos perto do lugar e encontramos as nossas mulheres com um cara. Pela expressão da Dulce ela não está nada contente, tentou se afastar e o imbecil a segurou pelo braço.
Senti meu sangue ferver e caminhei rapidamente até eles, Poncho me seguia também nada feliz.
- Ei – chamei e ele se virou pra mim confuso, Dul me olhou assustada – Não te ensinaram a não mexer com mulher dos outros – não esperei sua resposta e lhe dei um soco fazendo-a cair no chão e colocar a mão em cima do machucado. As pessoas pararam pra nós olhar, mas não falaram nada.
Um segurança apareceu perguntando o que aconteceu, resumi a história e ele tratou de acompanhar o cara até a saída da boate.
- Você está bem? – perguntei a Dulce preocupado.
- Estou sim, você chegou na hora – abraçou o próprio corpo, pude ver o desconforto em seus olhos. Mirei Poncho e Annie que conversavam baixinho enquanto ele a abraçava – Sinto muito por isso ter estragado a noite – disse sem graça. Me aproximei dela e segurei suas mãos.
- Não diga tolices, estar aqui com você é o que tem feito esse dia especial – ela sorriu e eu fiquei aliviado, puxei-a para mim abraçando-a. Dul suspirou encostando a cabeça no meu peito.
[...]
Depois de certificarmos que as meninas estavam bem subimos para a área vip para esperar Chris e Mai. Passaram alguns minutos até que eles apareceram.
- Que cara de enterro é essa gente? – minha irmã perguntou, Chris a abraçou de lado nos olhando também.
Contei a eles o que aconteceu.
- Vocês estão bem? – perguntou Chris preocupado.
- Sim, estamos – Dul respondeu e forçou um sorriso.
- Ainda bem que os meninos chegaram a tempo – Mai disse suspirando.
Dulce ficou quieta o resto da noite o que me deixou tenso. Já era meia noite quando nos despedimos do pessoal. Dei partida assim que entramos no carro e não falei nada. Estacionei em uma rua deserta, onde quase não havia casas. Dulce me olhou confusa.
- O que te deixou tão angustiada? – questionei me livrando do cinto e me virando pra ela. Dul hesitou e segurei sua mão – Pode confiar em mim – assegurei.
- Eu só fiquei imaginando o que teria acontecido se você não tivesse aparecido – respirou fundo.
- Não precisa mais se preocupar com isso – levei minha mão até seu rosto e o acariciei – Eu sempre vou te proteger.
- Está bem, confio em você – murmurou se livrando do cinto também e se inclinou pra mim.
Puxei-a pro meu colo e a beijei enquanto passava a mão em sua coxa nua. Ela arfou me agarrando ainda mais. As coisas esquentam e o carro fica com ar eletrizante.
- Não podemos fazer isso aqui – Dul diz ofegante enquanto se afastava pra me encarar.
- Ninguém vai nos ver, seremos rápidos – ela assentiu não querendo se afastar também, agradecia mentalmente pelos vidros do carro serem escuros.
A coloquei cuidadosamente no banco de trás e passei pra lá também. Beijei-a enquanto subia seu vestido e o embolava na sua cintura. Aproveitei para deitá-la no banco.
Afastei-me já sem nossos sapatos e tirei sua calcinha. Dulce abriu os botões da minha calça e a abaixou até tirá-la por completo, a ajudei com a cueca.
Fazíamos isso aos ofegos enquanto tentávamos manter nossos corpos perto, isso já era um hábito. Eu sempre queria mias daquilo, mantê-la perto era imprescindível pra mim.
- Vamos logo com isso – pediu gemendo e eu ri ao mesmo tempo em que unia nossos corpos em um só.
Gememos juntos e segurei em Dulce guiando os movimentos. Ela abriu as pernas pedindo mais e segurou nas minhas costas passando as unhas pela camisa.
Estoquei ela rápido e forte tanto quanto eu podia, já estávamos suados, mas queríamos mais.
- Hmmm – gemeu extasiada e se inclinou rebolando os quadris.
- Po/rra princesa – a beijei preenchendo seus lábios com os meus e fodendo-a gostosamente.
Quando sua bu/ceta me apertou fui mais devagar, ouvi ela reclamar sobre meus lábios. A torturei um pouco antes de voltar a investir com força.
- Ucker...- gemeu alto enquanto sentia o seu orgasmo vim.
- Vamos princesa, me dê seu orgasmo – pedi rouco.
Ela gritou quando chegou ao ápice, gemi a estocando ainda e pouco tempo depois go/zei dentro dela.
Não usávamos camisinha o que deixava tudo mais excitante, Dulce não se importava e quando a questionei sobre isso ela disse que tomava remédios então não víamos problemas nisso.
Respirei fundo me sentando e trazendo-a para o meu colo.
- Nós estamos ficando viciados em sexo – riu se deitando do meu peito. Sorri em silêncio acariciando seu cabelo.
- Estou viciado em você – admiti e ela se virou para me olhar, sorriu tímida e me deu um selinho.
Assim que nos recuperamos daquela transa incrível nos vestimos e voltamos pra casa...
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Mi Nuevo Vicio - Vondy
RomansaQuando Dulce Maria aceitou se casar com Christopher Uckermann não pensou em como se envolveria profundamente com ele. Um homem que vira seu mundo de cabeça pra baixo e a transforma no melhor que ela pode ser.
