Maia
— Lembras-te da Maia, minha mulher._ Greco me introduz ao senhor que tinha um ar um tanto assustador.
— Claro que lembro, como poderia esquecê-la? É encantadora.
Conhece-me de onde? Eu não faço a mínima ideia de quem possas ser.
— Com todo respeito, estás um espanto.
— Obrigada, o senhor também.
O lugar era agradável, era um restaurante italiano, imagino que
Greco deve sentir-se em casa.
A música era ao vivo, era calmo e tinha pouca gente.
— Como já disse, o Gavin é um amigo meu, está cá por uns dias.
— Já havia esquecido o solo americano. Greco, porquê nunca a levou?
— Aqui está melhor e quero que se sinta em casa._ faz carinho em mim.
— Levar-me aonde?_olho para ele.
— Para conhecer Europa, é tão linda, principalmente nessa época.
— Mas nossos planos de férias irão mudar daqui a um tempo.
— Que bom, porque dinheiro é para gastar.
— E como está o Maximus De Luca?
Ele não se refere ao pai como pai, mas sim Maximus De Luca.
— Pondo a cidade em ordem como sempre e espero que estejas a fazer o mesmo.
O que ele quis dizer com isso? Pelo que eu saiba ele não é polícia.
— Faço o que posso.
Deixei de prestar atenção na conversa e fui procurando o Noah com os meus olhos.
Não o vi a lado nenhum.
Odeio admitir, mas vesti-me para ele.
( ... )
— Vou ter com a Mila, temos que falar sobre a...
— Não me interessa. __ Greco diz.
Está de mau humor, não sei o que se passou naquele jantar mas é por causa do que falou com o amigo.
— Ótimo então.
Tiro meus saltos e calço algo mais confortáveis.
Na verdade não ia ter com a Mila.
Sentia uma enorme necessidade de ver o Noah.
— Noah...__ chamo baixo.
Ele olha para todo lado como se estivesse a ver se era seguro falarmos.
— Sim?
Ele permaneceu em pé olhando para mim... Fiquei sem saber o que dizer exatamente.
Seguro na sua mão e o dirijo até um quarto que eu sei que ninguém nos verá ou ouvirá.
— O que foi?_ fecho a porta.
— Não sei ao certo o que dizer... Só precisava te ver. _falo e ele coloca uma expressão de " Ah, porra".
— Bom, cá estou eu...
— Estou mal... Talvez pudesse me tratar do seu jeito._ sento na cama e fico a olhar para ele de uma forma sedutora.
Ele olha para o seu relógio.
— Está tarde, é melhor eu ir.
— Não paro de pensar no que aconteceu naquela manhã._ ele vira.
— Aquilo não deveria ter acontecido.
— Mas aconteceu. _levanto e paro na sua frente.
— Desta vez podemos evitar.
— Eu quero que aconteça de novo. _seguro a sua mão esquerda, coloco o seu dedo polegar na boca.
Chupei ele.
— Toda vez que penso em nós, sinto as minhas pernas tremerem. _ tiro o dedo da boca e coloco no meu peito.
— Hmmm..._ ele faz uma pressão neles e eu fecho os olhos.
— Sinta o meu peito, está batendo tão rápido.
— Isso não pode acontecer...
— Quero sentir você.
— É muito arriscado...
— Eu não quero saber.
— Mas eu quero. _ele se solta. — Boa noite.
Não respondi.
Sentei na cama e vejo ele a ir embora.
Isso foi humilhante, mas tudo bem.
Estou assim com tanta vontade de querer sentir ele ou apenas quero transar?
Greco.
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INFILTRADO
RomanceNolan é um policial determinado a desmascarar um poderoso empresário, mas para isso precisa se infiltrar como guarda-costas da esposa dele, Maia - uma mulher misteriosa e cheia de segredos. Conforme a missão avança, a linha entre o dever e o sentime...
