Queria que tivessem dito à menina doce que fui, que seu coração era grande, e por isso sofreria. Que muitos a amariam menos do que ela merecia ser amada, e que, por isso, não deveria aceitar migalhas. Que perderia pessoas, e tudo bem, desde que não...
— Pera aí, Nathan! Melhor a gente parar por aqui... — falei me afastando enquanto ele me agarrava, beijava, estávamos dentro de um quarto
— Ih, qual foi, sentiu minha falta não? — perguntou me encarando, eu estava muito tensa, jamais imaginei que ficaríamos novamente depois de tudo que ele me fez
— Senti! Mas é que você sacaneou muito comigo, e eu não sei se eu..— ele me interrompeu me puxando pra perto dele
— Só aproveita o momento, depois nós discute, faz oque você quiser! — me puxou novamente
Iniciamos um beijo lento, cheio de saudades, desejo e tesão. Eu não tinha ficado com mais ninguém desde a última vez que estive com ele, na verdade ele foi o meu primeiro e único, nunca soube como é se relacionar com outro homem sem ser ele. E acredite, eu me acho a mais idiota do mundo por isso. Como explicar ao meu sistema nervoso que eu sou solteira e tá tudo bem me relacionar com outra pessoa?
Eu já estava sem roupa nenhuma, enquanto ele estava apenas de short e beijava meu pescoço, puxando meu cabelo com uma mão, enquanto me enforcava com a outra, sussurrando várias putarias em meu ouvido, e eu completamente entregue.
— Deita! — mandou, e eu prontamente obedeci, logo em seguida ele enfiou a cabeça no meio das minhas pernas iniciando aquele oral perfeito, que só ele sabe fazer. Às vezes eu até esqueço de um dos motivos que me fez apaixonar nesse bofe, ele é único em tantas coisas.
Ele chupava e enfiava três dedos de uma vez dentro de mim, fazendo um vai e vem lentamente, eu gemia tanto, tenho certeza que se o som não estivesse tão alto, a casa toda ouviria. Eu estava ao ponto de explodir de tanto tesão!
Nathan se levantou tirando o short, enquanto eu analisava cada detalhe, quando ele abaixou a cueca, me dando a visão do paraíso. Oque tem de filha da puta, tem de gostoso! Ele aproximou novamente colando o corpo com o meu.
— Sem preservativo? Eu não tô tomando anticoncepcional nenhum no momento, olha lá ein, sou muito nova pra ser mamãe. — brinquei
— Nunca deu bo, não seria agora que daria! — falou safado abocanhando um dos meus seios enquanto tentava penetrar aos poucos dentro de mim, mordi o lábio inferior sentindo uma dorzinha um pouco chata, eu estava a um tempo sem praticar, então parece até que estou virgem de novo. Mas, não demorou nada para que o leve desconforto se tornasse apenas em prazer
— Porra, eu sou louca por você! — falei ofegante em meio aos gemidos,
— Você é diferente de todas, nenhuma se compara a você. — ele disse enquanto nossos olhares estavam fixos um no outro, meu coração super acelerado, me faltou até palavras nessa hora.
Passamos a noite toda transando, na cama, em pé, no banheiro, em baixo do chuveiro, enfim...nos 4 canto desse quarto, em todas as posições que existe no mundo! Tesão do Nathan estava infinito e não acabava nunca. Fiquei mortinha, cheguei ao ponto de pedi arrego, não estava aguentando mais, tomei o verdadeiro chá, foi babado.
Nem parecia que estávamos a tanto tempo longe um do outro. Nós dois sabemos que se ele quisesse, a gente daria muito certo junto.
O amor é um artista. Ele pinta a pessoa com as cores dos nossos desejos e oculta as rachaduras da realidade. Ele é mestre em criar uma versão do outro que existe apenas na nossa mente, alguém que se encaixa perfeitamente no que gostaríamos de viver. Mas o amor não mostra o essencial: a verdadeira face de quem ficamos apaixonadas.
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