Capítulo 48.

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 Enfim, te encontrei sozinha!

 Me solta! - Grito.

Cala a boca, vagabunda!

 Maycon vai sentir minha falta e quando isso acontecer, ele vai me encontrar e acabar com você.

 Tu acha mesmo? - Ele esboça um sorriso sarcástico. 

 Eu não acho, tenho certeza.

Ele saca uma arma da cintura e me prensa na parede, puxa meu cabelo com força. Tento me soltar, mas é em vão. 

 Eu já estou cansado dessa sua marra, vou te dar uma lição. Vamos ver se assim você aprende, mas tem que ficar bem quietinha viu. 

César começa a alisar minhas pernas, em seguida ele coloca sua arma em cima de um banco que está ao nosso lado. Me olha com a pior cara do mundo e novamente volta a me tocar, com minha boca tampada pelas suas mãos nojentas, começo a chorar. Ele sobe minha saia e aperta minha bunda com força. Começa a passar os dedos por cima da minha intimidade, puxa meu cabelo com mais força, sinto uma dor horrível no meu coro cabeludo. Tento empurra-lo e choro ainda mais, até que decido tomar uma iniciativa. Começo a falar, mas ele não entende nada, então o mesmo tira sua mão da minha boca. 

 Ta bom César, não precisa me forçar a nada. Vou fazer tudo que você quiser. - Limpo minhas lágrimas e abro um sorriso safado. 

 Assim que eu gosto, então vem sua safada.

Sorrio para ele e vou lhe empurrando para a parede, pego o banco que está a arma e coloco atrás de mim, como se estivesse me atrapalhando. Em seguida, peço para ele fechar os olhos e apenas sentir, o nojento começa a abrir o zíper da calça. Aproveito sua distração e pego a arma com uma das minhas mãos, seguro a mesma atrás de mim. Estou tremendo, com medo que não dê certo o meu plano, mas eu preciso tentar. 

 Me masturbe com as duas mãos, cadela! 

 Consigo com uma só. - Digo com a voz tremula.

 Mas eu to mandando com as duas porra. - Ele tenta puxar minha outra mão, é ai que eu aponto a arma na cara dele.

 Afasta de mim César, se não eu atiro. - Grito e minhas mãos tremem.

César da apenas um passo para trás e eu o mando novamente encostar na parede, assim ele faz sorrindo. Nunca apontei uma arma para ninguém, eu não sei usar isso. Confesso que estou com muito medo, mas estou tentando não demonstrar isso para ele. O que é muito difícil. 

 Tu não tem coragem Rayanne. É apenas uma menininha, indefesa e sem atitude. - César diz irônico. 

 Não duvide de mim! - Seguro a arma com mais firmeza. 

César dá um passo para frente, e depois mais um. Possivelmente a arma já estava engatilhada, apertei o gatilho e ela disparou. O tiro acertou na parede, meu coração quase saltou pela boca. Ele ficou parado e ao mesmo tempo "branco". Apertei novamente no gatilho, para fazê-lo sair de perto de mim, mas foi em vão, o revolver estava sem bala.

Soltei a arma no chão e tentei sair correndo. César conseguiu me alcançar e me puxou pelos cabelos, soltei um grito. Ele começou a me agredir, me deu três tapas na cara. Quando fechou sua mão para me dar um murro, ouço um disparo, ele me empurra para o chão e em seguida entra um homem armado dentro da sala.



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