Cheguei na escola meia hora depois. Eu até chegaria mais cedo se os meus pensamentos não estivessem em uma certa pessoa. O meu plano era passar pelo o corredor rapidamente sem ser percebida, mas quando coloquei os meus naquele lugar praticamente todos que estavam ao meu redor, começaram a me encarar como se eu fosse um bicho de sete cabeças.
Comecei a andar sem me importar com aqueles olhares. Principalmente das garotas que permaneciam com um olhar mortal, como estivessem prontas para atacar. Eu não entendia o motivo para elas me encararem com tanto ódio, mas isso pouco me importo. A partir que eu andava mais olhares eu recebia, e a vontade era gritar mas no lugar disso apressei os meus passos para poder chegar logo no corredor. Mas o que eu vi foi algo que eu realmente não esperava.
Tinha várias cartazes colados na parede por todo o corredor. Cheguei perto de um e vi que havia duas imagens que cobria praticamente a folha toda. E simplesmente a imagem era eu e Hector juntos na hora que nós dançamos naquela hora, a minha boca se abriu não compreendendo naquilo que eu via. E segunda era no momento da confusão eu sendo carregada sobre os ombros dele. Droga. Com raiva pego aquele papel e o amasso, o atacando em uma lixeira mais próxima. Saí pisando duro pelo caminho todo chegando até em frente do meu armário.
Abri nenhum pouco de delicadeza, fazendo um barulho alto chamando mais atenção dos outros o que me fez bufar irritada. Só sei que a minha mente planejavam mil e uma formas de torturas para poder fazer com a pessoa que colocou aqueles malditos cartazes na parede. Talvez o meu humor de agora está assim por causa da minha preocupação de como vai ser o meu encontro com o alfa Jorge. Tudo por causa da maldita da Catarina. E falando no demónio.
-Ei você!! _ a voz da Catarina atrás de mim que me fez revirar os olhos já prevendo o o que ira vir em seguida. Peguei os restantes dos meus materiais sem pressa algum, só para poder irritá-la. E quando eu acabo me virei com um sorriso no rosto, vendo o seu rosto todo avermelhado pela a raiva. Ela também usava um óculos escuro sem duvida para poder esconder os olhos arroxeados, e vários hematomas espalhados pelo o rosto, principalmente o nariz que estava um pouco torto, que fez o meu sorriso alargar ainda mais.
-O que você quer aqui? _ perguntei fria com nenhum pouco de paciência para lidar com aquela garota mimada.
-O que você é para o Hector? _ perguntou e eu comecei a rir do modo que ela falou, como se eu devesse satisfações para ela.
-Isso não é da sua conta Catarina. Cuida do seu próprio nariz que é melhor. _ falei me afastando dela antes que eu perdesse a cabeça. Mas antes me virei para ela abrindo o meu melhor sorriso. -E já aproveita para poder coloca-lo no lugar. _ e sai de lá me segurando para não rir com a careta que ela fez.
Andei até na minha sala de aula em silêncio. Quase todo mundo tinham entrado e como o esperado vários pares de olhares começaram a seguir a cada movimento meu. Sentei na minha mesa voltando a ignorar a todos, mas a partir do tempo a minha paciência se esgotava cada vez mais. Mas para o meu alívio a professora de espanhol logo chegou, fazendo com que a atenção se voltasse para ela.
Eu acho que fique bastante tempo presa nos meus próprios pensamentos que eu não consegui muito presta atenção nas aulas o que para mim passou tudo mais rápido. E quando chegou na hora do intervalo, esperei para que todos saíssem para que eu pudesse ir logo depois. Passei pelos os alunos famintos que não se preocupavam com as outras pessoas estarem na frente e passavam por cima. Caminhei tranquilamente pelo o corredor para o refeitório imaginando se não seria uma boa ideia se hoje eu pudesse ficar em um lugar que ninguém pode-se me perturbar. Mas quando eu estava preste ir para a biblioteca do andar de cima, fui parada por uma Alice que aparecendo do nada. E aí se vai o meu plano.
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Minha Loba
Hombres LoboDepois da sua primeira transformação, Ana nunca foi a mesma. E o motivo? Foi que as pessoas que ela mais amava a chamaram de MONSTRO. Apartir daquele dia teve que conviver com a dor e a solidão. Porem tudo muda, quando ela vai há um acampamento na c...
