Há um espaço, tão vasto. Um abraço partido, um beijo contido. Esses silêncios de domingo à tarde, aquele tédio que agonia e as horas tão lentas, presas na teia pegajosa dos minutos. Às vezes tenho vontade de simplesmente fugir, como se eu não me pertencesse mais e o mundo fosse meu aliado. O tempo tem passado e eu ainda não encontrei meu lugar. Ainda sou jovem, mas estou desperdiçando tempo. E isso é um erro grande demais.
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Ensaios sobre sangue, ferrugem e fogo
Short StoryFlores no meu jardim, enfeitam a solidão. Borboletas amarelas morrem tão rápido, quanto aparecem, no meu peito cansado. Estou tecendo histórias, escrevendo verdades e invenções,enquanto espero o amor. Ainda estou aprendendo.