// desculpa a demora, pessoas lindas que estão lendo comentem e votem por favor!
Vitor
Fiquei com uma ideia toda errada na cabeça, essa mina tava comendo meu juízo de jeito, vi ela se divertindo com os amigos e a bichinha é da hora, mas se tá ligado que quando da ideia pra essas mandadas elas já piram e querem achar que podem tudo, não gosto dessas fitas, meu bagui é fita certa sem encher o meu saco, pior foi a hora que aqueles pé no saco entrou e ficou olhando pro corpo dela como se ela fosse uma carne e os vagabundo ja tava tudo doido pra comer, vou mandar um papão retão com esse cuzão, quem já viu ficar vigiando o cu da mulher dos outros, fico enjoado com uns bagulho desse. A Fernanda parecia tá escondendo alguma coisa, não querendo apanhar porque já apanhou muito, mina mo mimada ala playboy fica dando na cara das namoradinha, duvido, essa fita deve ser drama tá falando isso porque nunca nem comi ela na porrada.
— Fala aí tio, essa fita que já apanhou muito, nem te comi na porrada ainda. – falei achando graça.
— Amigão, não estava falando de você, e agora licença que irei dormi. – fez um belezinha com a mão.
Ata que essa safada vai dormi com esse cu lindo pro meu lado, só de calcinha e eu não vou meter a noite todinha nela.
— Vai dormi um caralho, com esse cu de fora só penso em te comer.
— Me poupe, Vitor. Não estou aqui para ser sua escrava de sexo tá ligado? Eu sou suave, mas não fica me fazendo de mandada, não gosto desses bagulho.
A louca ficou tão nervosa que pegou o lençol e saiu do quarto, agora já vi, vou ter que ficar aguentando estresse dessa porra. Fiquei irritadão então deitei e capotei no sono.
— Ele tá dormindo, depois você volta. – ouvi umas vozes lá embaixo, resolvi levantar pra vê o que era.
Caralho, sete hora da manhã e vem um caralho de gente na minha casa, quem já viu esse bagulho aguento não.
— Fala aí Tião. – olhei no ódio já, cara tava comendo minha mulher com os olhos, isso porque a mandada tava com o lençol enrolado no corpo.
— Chefe, a encomenda vai chegar e a gente precisa de você pra liberar.
— Maluco, vai tomar no cu. Fala com a desgraça do Polo que ele libera, me acordar uma hora dessa e ainda ficar de olho na minha mulher, só na te meto bala aqui mesmo porque preciso de você, some! – gritei com ele nervoso.
Agora eu vi, eu mando no meu morro ou não?que buceta é essa, os cara não tá levando fé que a mina é minha, vou ter que começar a meter bala.
— Bom dia pra você também. – ela disse rindo.
A mandada é uma demonia mesmo, achando graça no bagulho tio, quem aguenta isso, da não viu.
— Na moral, você guarda essa bosta que você chama de corpo debaixo de uma roupa.
— Impressionante que seus amiguinhos não acham bosta, acho que eles adorariam experimentar. – já disse que a desgraçada gosta de provocar?
— Vai experimentar quando eu deixar você careca e depois te queimar viva.
— Deus me livre, vai repreendendo esse seu jeito de demônio.
Achava graça nas coisas que ela falava, Fernanda nunca demonstrava medo de mim nem das coisas que eu falava. Quando olhei pra mesma ela estava indo em direção da cozinha, só de calcinha e top.
— Você vai ficar andando assim pela casa?
— Prefere pelada?
— Se andar pelada vou ter que te comes, com vontade.
— Aí que absurdo.
— Safada do caralho.
— Jamais, eu acho um absurdo não poder andar pelada porque tem um macho que não segura o pinto no meio das pernas.
— Ixii mandada, tá se achando demais se você ficar peladinha agora na minha frente meu pau nem sobe.
—Muito bom saber disso. – a safada começou a ficar nua, caralho pra que fui abrir a boca. – posso fazer o café? – vagabunda do caralho.
— Fica à vontade.
Ela começou a revirar as coisas na cozinha, e então se abaixou, de quatro pra ser mais específico e pelada, meu pau já deu sinal de vida, pensei em tudo pra ele abaixar mas nada fazia o bicho descer. Já estava ficando irritado que ela não terminava esse café logo pra me aliviar em uma punheta no banheiro. Enquanto o pão assava ela sentou no balcão, de perna aberta ainda, vadia do caralho.
— Vai ficar provocando é? – falei me aproximando dela.
— Não é você que disse que é uma bosta? Que não ficaria de pau duro? Então.– piscou pra mim.
— Você sabe provocar né...
— Eu sei muitas coisas, talvez você deveria parar de tentar me subestimar...
— Eu paro minha gatinha, paro com tudo que você quiser, mas deixa eu enfiar meu pau com força na sua buceta vai? – juro que nunca fui tão manhoso com uma mulher, mas sabia que se ela não quisesse ia acabar dando merda.
— Vagabundo do caralho.
Foi questões de segundo minha boca já estava na dela e ela já empurrava minha bermuda para baixo.
— Você é uma delicia. – falei beijando o pescoço dela.
— Não era uma bosta?
— Alivia vai, eu retiro que eu disse, tu é tudo de bom que um homem pode ter. Caralho! – gemi quando ela pegou no meu pau.
— Ótimo saber, gosto assim.
Eu beijava ela com urgência, queria saciar toda minha vontade e a dela também... Enfiei meu dedo na buceta dela e sentir ela jogar a cabeça pra trás, e falar algo baixinho que eu não entendi, ela era perfeita pra mim e isso me deixava louco. Não estávamos afim de preliminares, era nítido que precisávamos de um sexo urgente, soquei meu pau com força na buceta dela e ela arranhou minhas costas.
— Gostosa. – gemi enquanto estocava nela.
— Não para por favor! – eu só aumentei a velocidade.
Quando eu estava quase lá, alguém bateu no portão.
— Não para Vitor, vai mete! – eu não ia parar, tava pouco me fudendo pra quem estava chamando, eu só queria comer ela e comer com força sem parar.
A pessoa batia no portão toda hora, eu já tinha gozado mas Fernanda não, e eu jamais deixaria ela sem gozar, foi só mais uma estocadas e ela se derramou no meu pau.
— Eu espero que essa pessoa no portão seja alguém importante, veste minha blusa que tá ali na sala amor. – falei calmo com ela, que nem me toquei que tinha chamado ela de amor e a vagabunda sorria, gostosa do caralho.
VOCÊ ESTÁ LENDO
Diante do morro
Hayran KurguEla curte baile, tem um sorriso leve, gosta de se envolver, mas não senta pra traficante. Ele é envolvido, tem tudo no poder, controle de tudo e de todos, menos o controle dela.
