Fernanda
Vitor olhava pra mim enquanto fazia movimentos circulares pelo meu clitóris me massageando de uma forma deliciosa, já estava louca de vontade por ele novamente, mas por pouco tempo, senti a língua dele percorrer toda extensão da minha buceta me deixando ainda mais excitada do que eu estava, senti minhas costas levantar quando ele alcançou meu ponto G e se movimentou ali, aquilo estava mais delicioso do que eu poderia ter imaginado, ele era muito bom no que fazia, isso me deixava orgulhosa.
Fechei os olhos, os aberrando com força, sentir sua língua e seu dedo brincando com minha buceta me deixava completamente louca...
— Você é tão deliciosa. – ele passou a língua entre os lábios e eu mal esperei que ele falasse algo e empurrei a cabeça dele novamente para os meio das minhas pernas fazendo ele voltar a me chupar.
— Nã- não para! – sussurrei enquanto ele intensificava o movimento, estávamos precisando disso a tanto tempo que eu mal sabia controlar todos os gostos que eu estava sentindo naquele exato momento.
Minhas pernas começaram a tremer, e eu sentia que estava chegando quase lá, e foi questão de minutos para eu me derramar novamente em Vitor, eu tinha certeza que nenhum cara me fez gozar assim.
— Seu gosto é o meu favorito. – ele me beijou fazendo eu sentir meu próprio gosto, isso estava melhor do que eu poderia imaginar.
— Eu vou retribuir com carinho agora amor.
Levantei o empurrando na cama e fiquei de joelho entre as pernas dele, no primeiro momento entrelacei os meus dedos na extensão do pau dele e sentir como ele já estava rígido, meu tesão aumentou.
— Porra, Fernanda, enfia tua boca no meu pau logo! – ele pediu nervoso.
Eu não era o tipo que obedecia, então eu simplesmente passei a língua na cabecinha e sentir ele grunhir, ele meteu a mão entre meus cabelos e empurrou a minha boca no pau dele, abri minha boca e engoli tudo, fazendo uma boa garganta profunda ali, ele gritou de tesao e isso me deixou maravilhada, Vitor não era um cara que costumava reagir a toques, então isso me deixou completamente louca, ele estava com tanta vontade como eu.
— Se tu não tirar a boca, vou gozar nela.
Ele me avisou e eu decidir continuar, não costumava a engolir gozo de ninguém, mas não custava experimentar.
Investir ainda mais na chupada, e isso fez ele apertar ainda mais meu cabelo no meio dos dedos... eu senti às veias dele pulsar e foi ali que ele se derramou por completo na minha boca, eu engoli tudo, bem, achei que o gosto seria ruim mas, até que não é tão ruim assim, é razoável.
— Caralho, você é maravilhosa. – beijei a boca dele com vontade fazendo o mesmo sorrir.
Eu senti no seu colo me encaixando em seu pênis, porém, não estava dentro... só precisava de alguns movimentos.
— Não era você que queria sair rápido!
— Não era você que deseja esperar por mais um tempo? – rebati sentindo ele sorrir em meu pescoço.
Os lábios de Vitor puxou minha pele me fazendo me mover em seu colo e ali ele estava totalmente dentro de mim, novamente, que sensação gostosa.
— Não me canso de você!
— Eu te amo. – beijei o mesmo sem aguardar resposta, eu só o amava e isso bastava por completo... ali, eu, ele e nosso futuro bebê era perfeito.
Eu rebolava no pau de Vitor enquanto ele se remexia e puxava meus lábios.
— Não sei se vou aguentar muito tempo.
— Está virando um fracote? – sorri irônica para ele, sabendo que minha intimidade já apertava e qualquer momento eu poderia chegar no clímax.
Ele acelerou os movimentos e meteu com mais força ainda, agora eu sabia que eu estava prontinha pra gozar, me mexi ainda mais no colo dele e quando sentir ele gozar eu gozei junto com ele, isso era uma delicia.
— Precisamos de outro banho. – eu sorri ainda agarrada ao mesmo, ele me segurou e me levantou rápido, me fazendo da um gritinho.
— realmente precisamos. – ele me colocou no chão sorrindo, eu estava ali, tão feliz que dava até medo.
Tomamos um banho sem malícia alguma é de uma forma rápida.
— Vamos ter que ficar lá hoje, todos precisam voltar. – ele assentiu e me deu um selinho.
— Amor, coloca uma roupa confortável.
— Tá bom.
Peguei um short de malha, já que hoje o calor estava de matar e coloquei uma blusinha básica... ele pegou uma manta pra levar dentro do carro, alegando que o ar condicionado poderia prejudicar minha saúde.
— Você é um fofo se preocupando.
— As vezes consigo ser o cara dos teus sonhos, fala tu.
— Você sempre é amor! – beijei o mesmo devagar.
Pegamos algumas coisas pra comer, já que lá não tinha nada... era apenas uma clínica para bandidos, não um super hospital...
Saímos e tinha alguns vapor lá fora, Vitor apenas acenou com a cabeça.
— Vamos andando? Eu preciso caminhar, faz um tempo que não faço isso.
— Vamos sim amor! – ele segurou minha mão, enterrou o boné na cabeça fazendo que os olhos dele mal aparecesse.
As pessoas olhavam pra gente, parecia que ninguém nunca se acostumava no fato dele ter uma mulher.
— Oi Vitor. – Larissa entrou na nossa frente sorrindo.
Revirei os olhos e Vitor apenas balançou a cabeça, esse é meu garoto.
— Tá tudo bem com o Dedé? Tentei ir lá mas ninguém deixou.
— E nem vai deixar gata. – falei sorrindo.
— Cala a boca marmitex.
— Tu cuidado como fala Larissa, eu to tendo maior paciência contigo, já mandei tu embora e nada... some logo que não to bom esse dias, te estouro todinha aqui no meio da rua. – ele apontava a glock na cabeça dela, e posso dizer que aquilo me deixou muito assustada.
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Diante do morro
FanfictionEla curte baile, tem um sorriso leve, gosta de se envolver, mas não senta pra traficante. Ele é envolvido, tem tudo no poder, controle de tudo e de todos, menos o controle dela.
