Fernanda
Depois de um sexo gostoso, Vitor caiu morto e acabou dormindo, eu que não sou boba nem nada tomei um banho voando e resolvi ir pra casa de Lais, como tinha muita roupa minha dentro da mala ele já iria pensar que fui embora, peguei escondi a mala e sai no sapatinho de dentro de casa, só Dedé tava fazendo a segurança, meti a verdade pra ele e ele deu risada falando que não ia se meter em porra nenhuma e que já estava trocando de turno.
— LAIS! – gritei no portão dela.
Ela saiu apenas com um blusão de Adriel, a mano, atrapalhei uma foda.
— Tu tava transando é? – ela riu.
— Tava não, a gente só estava vendo filme. Entra aí filhote.
— Aí graças a Deus, eu lá sou empata foda.
— O que tu veio fazer aqui dez horas da noite?
— Fingir que fui embora, o Vitor surtar enquanto eu bato um bandeco na casa dos cu!
— Oi Fernanda.
— Eai vagabundo!
— Vai tomar no cu, filha da puta!
— Respeita minha mãe seu corno.
— Sua filha vai logo se chamar Sofia?
— Porque Sofia, nem sabemos se é menina idiota.
— Porque é Sofia da Puta. – caiu na gargalhada junto com Lais.
— Na moral, odeio vocês! – me joguei no sofá e eles estavam assistindo Sr e Sra Smith.
Já me acomodei pegando a pipoca que tava com eles, Lais me olhou indignada, mas é aquela história né, de tudo, até o cu, menos intimidade.
— Tu vai fazer isso com o Leke e vai sobrar pra mim, já to até vendo ele vim tontear minhas ideia.
— Fica sussa, nada que uma surra de buceta não resolva.
— Boca suja da desgraça.
— Vai falar que tu é virgem Lais? Nem se for do buraco do ouvido, uma puta safada dessas.
Ela tacou a almofada em mim e começou a rir. Terminamos de assistir o filme e eu fiquei na sala quando eles estavam no quarto, adormeci tão rápido que nem parecia que eu tinha acordado 12h.
— Adriel porra, abre esse caralho, vou meter o socadão na sua porta! – acordei com um gritaria imensa na porta da casa de Adriel e Lais, que desceram correndo pra abrir, enquanto eu me mexi no sofá deitando de lado.
— A Fernanda meteu o pé. – ele entrou dentro da casa com tudo.
— Só se ela meteu o cu.
— Filha da puta desgraçada. – ele puxou meu cabelo com tudo.
— Aí amor, doeu se controla.
— Tu saiu de casa porque mandada? Porque tu tirou tudo do guarda-roupa?
— Só queria fazer uma surpresa pra você, pra tu vê como é ruim ficar sem mim.
— Só não te estouro na porrada porque gosto de tu. – me deu um selinho.
— Tu é doido bicho.
— Mandei uns mil rádios e áudio pra vocês e nem pra me responder né, deixa, isso que eu chamo de família, fica acolhendo vagabunda em casa e me apunhalando pelas costas. – fez drama.
— Vamos pra casa que to com fome.
Quando sair pra fora eu vi o batalhão que tava lá, acho que tinha mais de 100 soldados, caralho, ele ia fazer o que comigo se eu realmente fosse embora? Ali foi o momento que me assustei e já olhei pra ele no Olhão.
— Tu ia fazer o que comigo se eu fosse embora?
— Ia te casar no Rio de Janeiro todinho, de cabo a rabo, se não te encontrasse ia procurar em outros lugar. Tá achando que aqui é doido, rapa.
Eu dei risada, ele não era doido, isso chegava a ser psicopata.
— Você é maluco.
— Doidão por você.
Ele entrelaçou a mão na minha e acho que pela primeira vez, desde que estou até sumimos o morro a pé, conversando numa boa e de mão dada, enquanto todo mundo olhava pra gente.
— Vamos parar aqui, quero comer um sonho.
— Tá com desejo é?
Fiz que sim com a cabeça, eu odiava sonho e pão de mel, mas minha boca tava aguando pelos dois.
— Esqueci até que tu tá pelada, é uma cachorra mesmo.
— Sem neurose e mantém os neuro.
— Louca!
Ele saiu pra comprar o sonho e o pão de mel, enquanto eu fiquei mexendo no celular dele, não tava futricando, só mexendo mesmo, uma coisa é certa... Vitor nunca ligou pra isso, nem que eu bloqueasse as xoxas.
— Toma aí, sai do celular pra comer. – tá ligada àquela proteção? Sentia com ele, sei que ele queria o melhor pra mim e eu sempre queria da o melhor de mim pra ele.
— Lindo, te amo! – beijei a boca dele e dessa vez o povo olhou mesmo.
Acredito que não estavam desacreditando do nosso romance, que a gente só colava nos role juntos e já era, mas o bagulho era muito além disso, só de quem convive leva fé nessa história.
— Aí To enjoada. – fiz carranca.
— Também comeu igual uma porca.
— Vai lavar a casa da cachorra.
— Nossa casinha tá limpinha te esperando.
Revirei os olhos vendo as bostas que ele falava era bom demais.
— Aí Mona, essas meninas ficam desfilando e pagando de fiel, todas emocionadas, porque quando chega no final da noite os macho delas vem tudo pra minha caminha. – eu tava ligada quem era essa louca, o nome dela é Kelly, sempre esbarra em mim nos baile, mas como não sou emocionada fico quietinha.
Vitor levantou com tudo num ódio que só é mandou o revólver na cabeça dela.
— Tá maluca filha da puta? Fala aí quem tá traindo, fala que fiel é corna, mas tu fala agora que vou convocar o maluco aqui pra tu chupar a pica dele, buraco de gozo.
Todo mundo olhava assustado.
— Amor, vamos... eu to passando mal...
Ele encarava a menina que tinha os olhos arregalados e me olhou, foi só ele virar que vomitei no chão. Aí que vergonha, tadinho do moço, logo na padaria dele.
— Seu Zé, chama lá a Lúcia, eu pago a diária dela.– o dono da padaria assentiu e trouxe uma água pra mim.
Parecia que cada vez que eu respirava enjoava mais, tava foda o gosto na boca e a porra toda que tava acontecendo.
Gente, eu costumo fazer histórias longas... porque eu gosto de história real, não sei se a fanfic tá boa, mas eu gostaria de saber a opinião de vocês.
A fanfic tá boa?
Tão gostando do casal?
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Diante do morro
Fiksi PenggemarEla curte baile, tem um sorriso leve, gosta de se envolver, mas não senta pra traficante. Ele é envolvido, tem tudo no poder, controle de tudo e de todos, menos o controle dela.
