Capítulo 14

62 7 60
                                        

Kakashi

Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.

Kakashi

  Um documento jurídico. Verdadeiro, aparentemente. Sem um advogado de confiança não poderia comprovar nada, mas certamente haviam todos os requisitos, a assinatura da Hanare e do advogado que a instruiu, o dia que foi feito, o escritório, com qual advogado, selos e todos os outros requisitos de um documento burocrático dessa estrutura. Precisava verificar se era um documento verdadeiro ou falso, claro que esperava que fosse verdadeiro entretanto, depois das identidades falsas e todas as coisas que veem aparecendo tinha que tomar cuidado com cada detalhe. 

  Guardei o documento no envelope, Obito me olhava pedindo alguma confirmação, ele havia lido o documento ao meu lado com certeza esperava alguma resposta. 

— Isso… É verdadeiro? — Saltou uma sobrancelha. 

— Ainda não sei. Vou mandar para alguém verificar. 

— Tem alguma pessoa em mente? 

— Na verdade, tenho. — Me olhou curioso. 

— Quem? — Seria óbvio que o Uchiha perguntaria, era curioso e sempre queria estar ao meu lado no quesito lógico, o que na verdade não acontecia, porque meus palpites e observações nunca coincidiam com as dele. 

— Uma pessoa de confiança. — Tapei a caixa a recolhendo. — Não precisa se preocupar. 

— Deixa eu adivinhar, alguém que conhecemos? — Supôs me acompanhando para fora do quarto. 

— Exatamente. 

  Obito deveria estar pensando em alguém próximo de nós que poderia me ajudar com isso. Ele deve ter pensado na mesma pessoa que eu — ou talvez não —, mas com certeza estava desconfiado. Não me surpreenderia. Afinal Obito não era ingênuo e muito menos idiota — não quando está trabalhando. — Mas o que quero dizer é, ele é esperto o suficiente para desconfiar do documento e querer confirmar isso. 

                                  (…)

  Surpreendentemente aquela rua estava vazia. Com cara de abandonada, as ruas desertas, lixo voando e prédios sem o acabamento. O som de sirenes policiais ao longe indicavam a perseguição atrás de um fugitivo ou roubo por perto. Isso não era muito comum — não naquela rua —, afinal pouquíssimas semanas atrás estava muito movimentada já que havia sido uma área de comércio, um ótimo ponto de vendas na verdade. Takashi havia me passado o endereço da rua que Hanare supostamente havia sido assassinada. Quando ela me disse o local eu estranhei porque costumava ser um ponto com muito movimento, então teriam testemunhas. Mas só de ver o estado da rua e os prédios ao redor poderia se ter uma noção de que muita coisa havia mudado por aqui. 

My Dear Detective Onde histórias criam vida. Descubra agora