Kakashi é um renomado detetive. Famoso por solucionar os casos mais loucos e abstratos impostos e sempre está pronto para um novo desafio.
Mas o que ninguém sabe é que nem mesmo o Detetive Perfeito soluciona todos os crimes. Há nove anos um desapar...
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Kakashi
A semana pode começar de formas muito variadas. Turbulenta, agitada, cansativa, estranha e de várias outras maneiras. Porém a minha já estava se iniciando de uma maneira cansativa e problemática.
Ainda ontem, voltamos de Solvang. Confesso que o descanso foi ótimo e que eu realmente precisava disso. Acredito que foi bom para Takashi também. Ela parece mais relaxada e até mais tranquila, se eu estiver certo isso é ótimo.
Hoje, o último dia de inverno, parecia já ter começado bem quente. Isso em vários aspectos. A temperatura climática já havia aumentado em alguns graus e parece que a mais nova chocante notícia de Los Angeles aqueceu o espírito dos repórteres.
Afastei um pouco a cortina da porta de vidro que dá acesso à sacada. Observando as vans de repórteres famintos por notícias e vários deles em frente à minha casa.
Fechei a cortina e ajustei a manga do meu sobretudo.
Eu estava usando uma camiseta social branca, por cima um suéter azul escuro e um sobretudo cinza por cima, que contém alguns botões pretos e um uma gola. Estava usando uma calça preta e botas coturno, baixas de cor marrom escuro. A máscara tem exatamente o mesmo tom de azul escuro que o suéter.
Prendi um relógio no pulso — com uma tiras de couro preto e o marcador das horas eram traços prateados — e desci a escada.
Chegando na sala já era possível escutar Chyio mexer nas panelas e garfos batendo nos pratos.
Na cozinha, como esperado, Takashi já estava sentada à mesa mexendo nos ovos fritos com o garfo. Ela estava com a cabeça apoiada na mão direita, e parecia distante com seus pensamentos.
Ela está usando o uniforme — vermelho e preto — ela tinha meias compridas que chegavam um pouco abaixo dos joelhos de cor preta. E nos pés uma sapatilha branca com um laço com detalhes dourados. A sapatilha também tem um feche que passa por cima do pé, onde a fivela é dourada. No cabelo ela estava com a típica trança em cima da franja e o restante do cabelo estava dividido em duas Marias chiqunhas, cada uma presa com um rabicó com um pompom rosa. Os cachos do cabelo dela estavam mais definidos hoje, tornando o cabelo dela ondulado.
Ri baixinho. Ela estava fofa, mesmo que emburrada, usando os pompons no cabelo.
Que horas ela acorda?
— Bom dia. — Anunciei e me sentei do lado de Takashi, que me olhou de relance.
— Bom dia. — Chyio respondeu virando pedaços de bacon na frigideira. Ela parecia brava.
Na verdade. Ela estava claramente brava. A sobrancelha da velha saltava a cada dois segundos e mantinha os lábios tortos.
— Como você arrumou seu cabelo? — Olhei para Takashi, me servindo de torradas.