Capítulo 42

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  Kakashi chegou em casa, andando nas pontas dos pés para não fazer barulho desnecessário

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  Kakashi chegou em casa, andando nas pontas dos pés para não fazer barulho desnecessário. Como uma criança, com medo de ser descoberta. Kakashi subiu as escadas rapidamente, se movimentando apressado pelos corredores e abrindo a porta do cômodo que deseja adentrar.

— Ah! Apareceu a bela dama! Já estávamos apostando no horário que chegaria.

  Obito tem um ótimo senso de humor, e quando quer, sabe como manusear seu humor ácido e afiado.

  Ali estavam: Obito, Rin, Shizune e Gai. Uma ótima combinação para formar um quarteto da catástrofe.

Mas ajuda é uma coisa que nunca se nega, mesmo que tenha que passar por cima do orgulho.

— Eu estava ocupado. — Rebateu Kakashi. — E nem adianta reclamar, você está aqui porque quis.

  Na verdade, Obito não queria perder pontos, isso sim. E já que se tratava do assunto Takashi, claro que ele ajudaria, a menina é muito especial e querida para o Uchiha, então ele ajudaria com gosto.

  E também, ganhando pontos e proximidade com a menina, ele jamais perderia a oportunidade de provocar Kakashi no futuro.

— Podemos voltar ao que estávamos fazendo? — Perguntou Rin, num tom repreensivo. — Temos muita coisa para organizar e pouco tempo.

  Deixando a pequena rivalidade de lado, Obito volta ao que estava fazendo. Kakashi arreganhou as mangas de sua blusa até os cotovelos e pegou uma chave de fenda.

(...)

  Depois de visitar filhotes de cachorro e comer algodão doce, Takashi estava em casa. Claro que Sakumo a mimou mais um pouco, distraiu a menina a levando ao shopping e comprando para ela uma tiara nova, que no lugar de existir um grande laço havia um lindo ursinho.

  Takashi correu em direção à escada pronta para brincar com Polvino assim que o visse.

— Takashi! — Seu avô a chamou num tom mais alto que o de costume, fazendo-a parar no lugar. — Você não… quer assistir desenho ou… brincar com o Pakkun?

  Sakumo precisava distrair a menina por mais algum tempo até que Kakashi anunciasse passagem livre. Mas isso já estava ficando difícil, Takashi não queria mais nada.

— Não. — Respondeu a menina, voltando a subir os degraus. Sakumo prendeu o ar, sentindo o suor frio escorrer por sua testa.

  O idoso subiu as escadas, apressado, atrás da menina, assim que parou de pensar demais.

  Enquanto Takashi andava pelos corredores, ela escutava as inúmeras propostas de seu avô: “ não quer comer alguma coisa?” ou então “ por que não jogamos UNO, de novo? ”

  Porém isso era completamente ignorado pela menina que só queria chegar em seu quarto e encontrar seu amigo polvo.

  Takashi chegou até a porta e girou a maçaneta, pronta para entrar no lugar, mas parando assim que observou o lugar.

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