Capítulo 28

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— Traga a essência de rosas

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Traga a essência de rosas.


  O pedido foi atendido de imediato. Ao escutarem a ordem de sua supervisora, as demais empregadas não demoraram a efetuar a ordem.

  O corpo machucado de Hanare, estava no nada humilde banheiro de luxo de seu quarto, repousando sobre a banheira de hidromassagem que ela tomava banho, acompanhada de florais, ervas e sais de banho, perfumes e minerais caros.

  O banheiro era completamente branco. As paredes e o chão eram de um porcelanato, chique, branco com alguns riscos amarelo queimado. A parte externa da banheira era do mesmo material que o chão e as paredes.

  Ao lado esquerdo à banheira, havia um box de vidro com um chão de assoalho de madeira, sendo a parede oposta ao interior do box do mesmo material. Dentro do box havia um chuveiro de última geração e produtos de limpeza da melhor qualidade. Como sabonetes irlandeses e produtos chineses. Na parede oposta à banheira, havia uma extensa pia branca com um enorme espelho. O suporte da pia era de quartzo branco, e estava decorado com um vaso de planta à direita, e todos os tipos de produtos de higiene em um armário específico embaixo. Desde sabonetes e florais à hidratantes e maquiagens.

  As lâmpadas eram redondas, e o cômodo cheirava a rosas e perfume francês caro. O chão era tão limpo que era possível visualizar o próprio reflexo, as paredes eram estilosas e tinham uma textura lisa gelada.

  Os hematomas de Hanare, os vermelhos pelo menos, já haviam diminuído seu diâmetro. Isso, claro, graças aos produtos de melhor qualidade e da massagem que estava recebendo. Já que de acordo com ordens superiores, seu corpo tinha que estar em perfeito estado, o mais rápido possível.

  E isso seria rápido com todo o atendimento de luxo que estava recebendo. Mas não poderia dizer o mesmo do machucado da perna de Hanare.

  O corte que fez ao se ferir no hospital em Zamora, não estava curado. Faziam poucos dias que havia conseguido tal façanha, e seu corpo não conseguiria se recuperar em poucos dias com um ferimento tão delicado.

  Pakura despejou a essência de rosas na água e massageou as costas roxas de Hanare. Ela não resmungava, nem gemia de dor. Apenas... Suportava.

  As outras empregadas encaravam o corpo da mulher, sem expressão alguma em seus rostos, sem nem um tiltar de sobrancelhas e nem uma repuxada de lábios. Mas nenhuma delas gostava de Hanare. A inveja era a responsável por isso, talvez o desprezo também.

— Vocês podem ir agora. Cuidarei do resto. — Falou Pakura, a empregada supervisora.

  As outras empregadas saíram. Deixando Pakura e Hanare sozinhas, no imenso banheiro. A empregada se levantou e pegou um roupão branco, que estava pendurado em um gancho ali perto.

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