Prólogo só pra vocês irem se acostumando com as maldades que por aqui virão. Tá levinho, não quis colocar nada pesado demais. Gente, vou logo avisando que esse livro vai conter conteúdo maduro, como violência, tortura e algumas cenas de sexo um pouco mais pesadas.
Quem está acostumada a ler meus livros saiba que esse vai ser um pouco muito diferente, estou explorando novos horizontes e espero que vocês embarquem nessa minha nova experiência.
Espero que gostem do prólogo e se quiserem já adicionem na sua lista de leituras ^^ Que vou começar a postar os capítulos em breve.
Meus métodos são diferentes, aprendi com o meu pai que eu tenho que me proteger se eu quiser fazer o que eu tenho que fazer, sempre que eu quiser.
Pela minha posição social eu tenho que tomar cuidado em dobro. Tive que fazer muita coisa para chegar onde eu estou hoje, e cresci de um jeito que não me deixa errar. Quando estou dando um passo já sei qual vai ser o meu décimo passo e isso me dá uma margem para corrigir erros.
Estou em um porão qualquer, mas muito bem escolhido, e observo os corpos sem vida do casal na minha frente. Mesmo sem vida eles parecem apaixonados e no último momento, seguraram as mãos partindo desse mundo.
Quase senti alguma coisa, quase.
Mas a adrenalina ainda percorria as minhas veias e meu coração ainda batia rápido por conta do que eu tinha acabado de fazer era mais forte do que esse sentimento. Retiro a peruca que estava usando, soltando meus fios de cor natural. Retiro também a lente que cobria a cor natural dos meus olhos.
Coloco tudo o que eu usava como meu disfarce numa grande mochila preta que eu tinha trago.
Tenho certeza que não tem nenhum rastro do meu DNA ou alguma coisa que me relacione com esse casal. Resolvi diversificar um pouco, mas matar homem não é comigo. Não é a mesma coisa de sentir a vida se esvair de um rosto fino e feminino.
Pego na bolsa da mulher e analiso seus documentos mais uma vez.
Lorena Vidal.
Do jeito que eu gosto. Morena, olhos escuros, corpo magro e esguio. Uma vida inteira pela frente. Ver em seus olhos quando descobrem que eu não sou quem digo ser. Ver que a vida deles agora está em minhas mãos.
Minhas doces e vermelhas mãos.
O marido sem graça dela nem me dei ao trabalho de saber o seu nome. Sua morte foi tão patética quanto ele. Olhar para o seu rosto estava me deixando com raiva. Então peguei um pano e coloquei em sua cabeça.
Meu perfil é apenas de uma pessoa comum, e junto com o meu rosto de pessoa comum e traços completamente iguais ao de muita gente, consigo me misturar sem que isso se torne um problema para mim.
Estou na cidade de Capella. Uma cidadezinha de merda, pequena e sem emoção. Eu vim para cá para realmente descansar um pouco, mas o tédio dessa cidade estava me fazendo perder a cabeça, então resolvi dar uma apimentada nessa cidade.
Cidade pequena, onde todos se conhecem e confiam nos outros. Não sei como esse povo consegue, mas pelo menos isso facilita a minha vida, assim, minha máscara de simpatia engana a todos e quando eles menos esperavam, eu dava o bote.
Era fácil demais.
Resolvi dar uma apimentada na minha vida e comecei a deixar os corpos para a polícia. Mas eles pareciam cachorrinhos perseguindo o próprio rabo. Mas quando a tenente Darela passou a assumir o caso, eu passei a cuidar dos meus passos.
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Principal Suspeito
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