Capítulo X

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William

Eu segui furioso para o meu quarto, tentava me distrair com o trabalho, lendo um livro qualquer, ligando a TV, mas de nada adiantava e quando eu menos esperava lá estava eu criando uma conta fake para assinar aquele maldito site.
Ela usava o sobrenome que era da mãe, Maite Bellerose, pelo menos teve consciência de não colocar o Perroni.

"Excitado, sem poder tocá-la, ela era preciosa demais para suas mãos sujas. Mas aquilo não impedia que sua imaginação voasse para debaixo dos lençóis dela, entre suas pernas, sugando tudo o que ela tinha para lhe oferecer, e ela tinha muito, ele sabia disso mesmo sem nunca ter provado, mas ele podia jurar que o sabor que estava sentindo na boca nesse exato momento era o gosto dela.
Cada vez maior, mais duro, pingando de desejo e luxúria, um dia ele perderia a paciência e a jogaria no chão, tiraria sua virgindade no piso frio da sala de estar, e ele iria a foder como um lobo selvagem que esteve enjaulado por longos anos, que teve seu cio reprimido por todos esses malditos meses, mas ele prometeu a si mesmo que não seria hoje que a fera seria liberta. Afinal, um verdadeiro alfa sabia quando sua fêmea não estava pronta."

Foi isso a primeira coisa que me apareceu quando tive acesso ao seu site, um conto escrito por ela a 2 anos atrás, que estranhamente retratava tanto a realidade atual.
Mas eu não estava ali pelas histórias, apesar de serem muito boas, talvez eu as leria mais tarde. Agora eu estava ali por necessidade, pela urgência de ter meu desejo cessado, e tinha que ser por ela de alguma forma, mesmo que seja por algumas fotos ou vídeos.
Não posso negar que ela era ótima naquilo, sabia as poses certas, os lugares onde deveria se tocar, os movimentos com a boca que me fazia cada vez mais querer botar meu pau nela.
Aquilo não era atuação como 99,99% dos conteúdos pornôs, aquilo era uma mulher com tesão de verdade, com fogo, com vontade de chegar ao orgasmo e mostrar as pessoas como ela era fantástica naquilo, como ela mesma sabia fazer seu próprio corpo estremecer de uma maneira que nenhum homem deve ter conseguido fazê-lo.
Eu não sei quanto tempo fiquei ali vibrado naquele computador, mas tenho certeza que foram horas. Eu mal terminava de gozar e em poucos segundos eu já estava duro novamente, parecia um pré adolescente que havia acabado de descobrir a masturbação.
Ela devia ser algum tipo de feiticeira... Claro, sem dúvidas. Senão por que eu estaria tão hipnotizado por aquela maluca? Era feitiço, com certeza.

O Tutor Mafioso Histórias para pegar e não largar. Descubra agora