Maite
Um mês havia se passado, e as coisas já estavam voltando ao normal. Claro que nada mais seria o mesmo, afinal tínhamos cicatrizes marcadas na pele e no coração que jamais seriam apagadas.
Eu estava arrumando a mamadeira de Duncan, enquanto William o distraia. E ele já começava a dar suas primeiras risadinhas, e aquilo derretia nosso coração.
- Mamãe chegou com o seu tetezinho. - Falei aparecendo na sala.
Parecia que ele tinha entendido e seu sorrisinho só se intensificou.
William quis alimentá-lo, então apenas me sentei ao seu lado e fiquei observando.
- Como pode um ser tão pequeno me fazer sentir um amor tão imenso? - Perguntou ele.
- Deve ser pelo fato de ser um pedaçinho nosso, metade meu e metade seu. - Respondi enquanto acariciava os cabelinhos loiros do bebê, sem dúvidas era a cara do pai.
- Vocês dois são minha vida fora do peito, eu não seria absolutamente nada sem vocês.
- Te amo.
- Te amo.
Demos um rápido beijinho com cuidado, já que o neném estava em seu colo.
- Ele dormiu. - Falei. - Quer que eu o coloque no berço?
- Não, pode deixar. - Disse já se levantando e seguindo para o quartinho de Duncan.
Eu fiquei o esperando na sala, e em poucos minutos ele retornou e voltou a se sentar ao meu lado. Ficamos alguns segundos apenas nos olhando, e fazendo carinho um no outro. Até que ele tomou minha boca na sua e começou a me beijar com urgência, suas mãos passeavam por todo meu corpo, até chegar nas minhas costas e deslizar o zíper do meu vestido. Ele abaixou primeiro as alças deixando todo meu colo exposto, e foi dando beijos e chupões por toda minha pele arrepiada. Os bicos rígidos de meus seios não disfarçavam o extremo prazer que eu estava sentindo.
- Você é a coisa mais bela que eu já vi em toda minha vida... Sempre nutri sentimentos por você, mas antes eu te via tão distante, nas poucas vezes que nos encontramos eu enxergava ódio puro em seus olhos quando me olhava, por isso antes de tudo acontecer com seu pai eu nunca havia me aproximado. - Confessou derrepente.
- Na verdade o ódio que via em meus olhos era raiva de mim mesma, por me sentir tão atraída por alguém que eu tanto desprezava... Então sim, eu fui secretamente apaixonada por você durante toda a minha vida.
Ele sorriu com minha declaração, e voltou a me beijar com volúpia.
Ele terminou de tirar toda a minha roupa, e em seguida tirou dele também. Ele me deitou no sofá e abriu minhas pernas, me deixando totalmente exposta para ele. Sua língua que a segundos atrás estava explorando minha boca, agora passeava por meu clitóris enquanto deu dedo indicador entrava e saia de dentro de mim. Segurei firme em seus cabelos, e gemi seu nome quando o orgasmo me atingiu.
Ele me olhou sorrindo enquanto lambia os lábios.
Eu queria retribuir, mas não tive nem tempo de me recuperar, já que o mesmo me fez ficar de quatro e me penetrou com força. Nos seguramos para não gritar como dois animais no cio.
- Você é fodidamente gostosa, molhada e apertada. Sua infeliz... - Murmurou enquanto me estocava freneticamente.
- É só isso que consegue fazer, senhor Levy? - Falei para o provocar.
Dei uma olhadinha para trás e o sorriso diabólico que brotou em seus lábios quase me fez sentir medo.
Derrepente eu já estava no chão, ainda na posição anterior, mas dessa vez ele abriu ainda mais minhas pernas (se é que isso era possível), abaixou minha coluna fazendo meu rosto ficar contra o chão frio, e puxou meu quadril para cima.
Um forte tapa atingiu minha nádega direita, o som ecoou por toda casa.
- Filho de uma pu...
- Não termine a frase se não estiver disposta a ficar sem andar amanhã.
- Puta! - Praticamente gritei a palavra.
E então ele voltou a me penetrar, sem dó, sem piedade. Enquanto fazia os movimentos de vai e vem começou a massagear meu clitóris e nesse momento minhas pernas já tremiam.
Entretanto todo meu corpo se arrepiou quando senti seu dedo entrando em um lugar até então inexplorado.
- William, o que pensa que está fazendo? - Perguntei tentando sair, mas ele não permitiu.
- Vou fazer você se arrepender, amor. Não queria me desafiar? Agora vai ter que aguentar.
Por incrível que pareça aos poucos eu fui gostando, e logo ele já havia trocado o dedo pelo seu pau.
Sexo anal sem dúvidas era a coisa que eu jamais pensaria em fazer um dia, mas com aquele homem eu me rendia a tudo, na cama eu era inteiramente dele para ele fazer o que quisesse, e eu nunca havia me arrependido, William jamais deixou a desejar.
Os espasmos do novo gozo me atingiu, e novamente senti sua boca me chupando, o que fez meu clímax ser ainda mais intenso.
Depois ele me virou de frente, posicionou um joelho de cada lado do meu quadril e começou a se masturbar.
- Abre a boca, vadia.
Eu obedeci, e ele jorrou seu leite alternando entre minha boca e meus seios.
Ele me ajudou a levantar e em seguida pegou sua camisa que estava no chão e limpou os lugares onde seu esperma havia respingado. Depois juntos deitamos no sofá.
- Casa comigo. - Disse após alguns minutos que estávamos apenas ali deitadinhos, trocando carícias.
- O que? - Perguntei surpresa, levantando a cabeça para poder olhá-lo.
- O que ouviu, casa comigo.
- Mas já somos casados.
- Aquilo não conta, eu forjei sua assinatura. Podemos estar casados aos olhos da lei, mas eu quero me casar com você aos olhos de Deus.
- Seja casados no papel, na igreja ou em qualquer outro lugar, eu sou sua, sempre fui e sempre serei.
- Isso é um sim?
- Sim, minha resposta para você sempre será "sim", meu amor. - Ele sorriu e me beijou.
- Vamos ter mais um filho. - Disse derrepente.
- Não, William. Nosso filho não tem nem dois meses direito.
- Mas você disse que responderia "sim" para mim para tudo.
- Tudo exceto para mais um filho antes de Duncan ter pelo menos um ano.
- Eu queria tanto uma menininha, amor. Que fosse a sua cara, seria tão lindo.
- A não, William. Sem chances. - Falei tentando me levantar, mas ele segurou meu braço.
- Tá bom então, só quando Duncan tiver um ano... Mas nada impede de praticarmos. - Disse enquanto me puxava para si e dava leves chupões em meu pescoço.
- Você não tem jeito... - Murmurei já entregue novamente.
E aquele dia ficamos assim, nos amando o tempo todo e ele cumpriu o que prometeu, ao final da tarde eu mal conseguia andar direito, enquanto o bonito ficava sorrindo e esbanjando virilidade para me provocar.
VOCÊ ESTÁ LENDO
O Tutor Mafioso
RomansaUma das regras mais importantes da Máfia é sem dúvidas: A lealdade. E é por esse motivo que fui obrigado pela minha consciência e ética a me tornar tutor da filha de um dos meus irmãos, não é de sangue, mas a Máfia é uma família e isso não se discu...
