Gustavo e Leonor tinham desaparecido durante o resto do jantar e torço para que estejam juntos, pois fico com o coração nas mãos só de pensar que algo lhes tenha acontecido.
O jantar terminou e logo todos fomos para outro salão conversar e dançar, mas logo senti uma mão me puxar para um canto mais escondido do salão e sorri quando vi Davi à minha frente com um sorriso matreiro no rosto.
-O que tu queres?-levantei uma sobrancelha.
-Quero-te a ti-ele beijou os meus lábios muito lentamente-estou necessitado de ti-senti a sua grande mão tocar na pele da minha perna através da racha do meu vestido.
Aquele seu gesto deixou-me completamente louca para o ter também. Senti os meus olhos mudarem para o seu amarelo e sorri.
Davi beijou o meu pescoço deixando-me ainda mais louca. Agarrei na gola da sua camisa e beijei os seus lábios com muita urgência. Uma das suas mãos parou nos meus cabelos dando total acesso ao meu pescoço fazendo-me quase gemer por mais.
-Pára Davi...-empurrei-o para trás-aqui não.
-Onde quiseres minha querida-ele sorriu manhoso-estou pronto em qualquer momento-vi que ele tirou alguma coisa do bolso das suas calças e quando reparei arregalei os olhos.
-Davi...-olhei para ele surpresa quando vi um preservativo na sua mão-esconde isso-olhei para todos os lados com medo que alguém visse aquilo-eu ainda sou a Luna, tenho uma postura a manter.
-Então eu estou desejoso de acabar com essa tua postura-ele encolheu os ombros-algo me diz que consegues ser mais do que aquilo que demonstras.
Olhei para ele surpresa com toda aquela sua ousadia. Ele conhecia-me tão bem.
Sorri.
-Anda...-peguei na sua mão e saímos dali para longe dos olhos alheios das outras pessoas e rimos quando entramos na limusine que acabara de chegar ali.
Entramos e logo partimos ainda a rir.
-Parecemos dois adolescentes-Davi falou e eu sorri.
-Definitivamente não temos idade para isto-falei encostando a cabeça no seu ombro.
Respirei fundo quando senti o seu maravilhoso perfume de homem.
Levantei a cabeça quando vi o vidro escuro da limusine subir e tapar a visão que dava para o condutor. Olhei para Davi ao meu lado que se ria da minha expressão.
-O que pensas que estás a fazer?-olhei para ele nervosa.
-Nada não-ele negou.
Davi tirou o seu cinto e por consequência tirou o meu também e logo me beijou sem aviso prévio apanhando-me desprevenida. Sorri entre o beijo.
Senti a outra sua mão abrir o meu vestido na parte da racha e me puxar para o seu colo. Olhamos nos olhos um do outro e sorrimos cúmplices.
Comecei por desapertar a sua gravata e atirá-la para alguma parte e puxei a sua camisa fazendo os botões da mesma saltarem por toda a parte da limusine.
-É sempre bom um pouco de violência-Davi riu.
-Não sabes o quanto-ataquei os seus lábios já completamente alterada-eu preciso tanto de ti-olhei nos seus olhos com os meus olhos amarelos.
-Prometo que te darei o que precisas assim que chegarmos a casa-rimos maliciosos.
Cessamos a conversa assim que a limusine parou no jardim de minha casa e logo saí puxando Davi. Entramos em casa enquanto nos beijávamos indo contra uma pequena mesinha com uma jarra de decoração fazendo-a cair e partir.
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Our Love
FantasyDois jovens completamente diferentes, mas com uma única coisa em comum: a dor e o sofrimento de terem perdido pessoas importantes das suas vidas. Leonor era uma menina de apenas 17 anos que lutava contra a dor da morte da sua mãe durante seis longos...
