Chefin já tinha cantando várias músicas, e nessas várias eu já tinha quase infartado umas 6 vezes quando ficaram atirando pra cima.
Victoria tava aqui cantando comigo mas já tava agarrado com o bofe dela.
Chefin começou a cantar feirão dos 23 e o pessoa ficou como? Começou a gritar.
Amo esse tipo de música, amo um rap, trap, funk, música inglês, um gospel de vez em quando, e o reggae é claro.
- meu vulgo na camisa, explanado da onde eu venho.. -canto mas paro com o susto de alguém segurando minha cintura fazendo eu olhar pra trás e ver o grego que tava com os olhos bem vermelho.- que susto, misericórdia. -Ponho a mão no peito e ele dá um risinho.-
Grego: já que tu tá assustada aí, devia tampar os ouvidos de novo, porque né..- na parte " pega rajada de trinta" começaram a soltar um rajada de bala pra cima fazendo eu me assustar.- por isso.
- Deus me livre, nunca mas venho. -Resmungo baixo e olho pro copo dele.- tem algo duvidoso na tua bebida? -Ele nega e pego dando um gole, fazendo o whisky descer rasgando e eu fazer cara feia.- misericórdia, desceu rasgando.
Grego: tu também bebeu assim po. -Pega o copo da minha mão.-
Me viro ficando de frente pra ele que fica me encarando sério. Analiso o rosto dele, tem um machucado bem emcima da testa que não dá pra ver muito, sobrancelha com um risco, boca carnuda, tatuagem no pescoço.
Ele aperta minha cintura e me puxando pra ele, fazendo nossos rosto ficar perto, sinto a respiração dele no meu rosto, encaro a boca dele subindo pros olhos negros dele que me encarava atentamente.
Chego mais perto da boca dele,quase incostando fazendo ele aperta minha cintura com mais força, fazendo eu dar um gemido baixo. Ele ponhe
A mão no meu cabelo e puxa pra um beijo, sinto a língua dele invadindo minha boca com pressa, ele da um aperto na minha nuca e aprofunda mais o beijo, coloco meus braços arredor do pescoço dele, ele chupa minha língua e da uma mordida no meu lábios inferior se afastando dando um beijo no meu ombro descoberto.
- agora deu cede. -Encaro ele que dá um sorriso, mas que puta sorriso meu pai.- a onde eu arrumo água? -Tiro os braços do pescoço dele colocando na cintura dele.-
Grego: tem que comprar po, aqui não tem. -Solto ele que fica com a mão ma minha bunda e outra ma minha cintura.-
- vou chamar Victoria pra ir comprar comigo. -Procuro Victoria e não encontro ela.- cadê ela em?
Grego: provavelmente tá trasando por aí com o jv, vamos lá. -Pega na minha mão.- tenho que comprar uma bebida mesmo.
Ele sai me arrastada fazendo as pessoas nos olharem, fico timida e me encolho um pouco. Ele passa pelas pessoas que abrem espaço quando ele passa, olho pra trás e vejo uns três homens armados atrás seguindo.
Grego: iae Tito, desce aí um whisky daquele jeito e uma garrafa de água, bota na conta aí po. -Diz, o homem asente e começar a preparar o whisky dele‐ mas pega água primeiro aí, ela tá com sede. -O homem pega a garra e dá pra ele que me entrega.-
Tomo a água como se não fosse amanhã, encaro grego que começou a conversar com os caras que tava seguindo ele.
O homem gostoso meu pai, tem uma cara de marrento quando tá sério.
Molho os lábios olhando pra ele que me encara de lado e desvia o olhar quando o homem chama ele pra pegar o whisky. Ele pega o whisky e pega na minha mão de volta, penso que ele iria voltar pro camarote, porém ele saio da quadra se afastando do pessoal do baile.
Grego: que sair daqui não? Um lugar mais calmo. -Toma o whisky e procurar algo no bolso.-
- sei não em, pra onde iríamos? -Pergunto, porém não sabia se iria.-
Grego: pra minha casa po, segura aqui meu copo. -Pego e ele tira uma carteira de cigarro no bolso tirando um maço, ele guarda a carteira e pega um isqueiro acendendo e assoprando pra cima.- pronto, vamo lá po, fica susa que eu não vou fazer nada com tu. -Pega o copo com a mão que tá o cigarro.- em pretinha?
Pretinha? Amei o apelido.
- pode ser então. -Digo e ele concorda.-
Grego: vamo pro meu carro então.
Ele começa a andar até um carro, bonito até. Ele abre a porta do lado do motorista e eu do passageiro. Ele abre os vidros trocando o cigarro de mão segurando com a esquerda.
Vejo ele terminar de tomar a bebida dele e jogar o copo pela janela, liga o carro e dá a partida. Fico olhando os caminhos atentamente, vai que dá uma doida nele e queira matar eu depois.
Encaro ele de lado e vendo ele dirigindo com uma mão e levando o cigarro na boca com a outra.
Grego: como é teu nome mesmo que eu ja esqueci. -Encaro ele que tava concentrado dirigindo-
- Elizabeth, provavelmente tu não vai lembrar, então só liz ou Beth. -Falo e volto a minha atenção na rua.-
Grego: ta bom liz, nome bonito o teu. -Me encara, fazendo eu olhar pra ele de volta encarando os olhos dele.- igual a dona né. -Ri.-
- e o seu?
Grego: grego, pros mais chegado gregrinho. -Encaro ele, provavelmente não ia Dizer o nome dele.-
- entendi, grego.
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NO MEU MORRO
FanficNão importa quanto estarei longe, mas você sempre está na minha mente.
