Leo Bianchi sempre foi uma presença marcante na vida de Alexis Donovan. No ensino médio, ele fez de tudo para atormentá-la, escondendo sua obsessão atrás de provocações e jogos de poder. Anos depois, o destino os coloca frente a frente novamente-mas...
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Apaguei depois de algumas rodadas de sexo. Meu corpo estava exausto, mas a sensação de saciedade e calor ainda fazia minha pele formigar. O cheiro dele, uma mistura do nosso suor e do perfume que ele usava, envolvia o ambiente, como uma lembrança constante do que tínhamos acabado de fazer. Abri os olhos devagar, piscando para ajustar à claridade da manhã que invadia o quarto.
Estiquei o braço até o outro lado da cama, mas estava vazio.
Leo não estava lá.
Por um momento, a ausência dele me deixou desnorteada. O espaço ao meu lado, onde ele deveria estar, estava frio, como se ele tivesse saído há muito tempo. Fechei os olhos, respirando fundo.
— Leo. — Murmurei, passando as mãos pelo cabelo e ele surgiu segundos depois na porta do banheiro.
Nu e glorioso.
Ele lançou um daqueles sorrisos charmosos, e se inclinou na minha frente apoiando as mãos na cama. Leo me roubou um selinho e se afastou, ainda sorrindo.
— Preparei um banho para você. — Disse me puxando para ele, me pegando no colo como se eu não pesasse nada, e o calor do seu corpo contra o meu me fez relaxar instantaneamente. Encostei a cabeça em seu ombro, sentindo o cheiro de sua pele enquanto ele me carregava em direção ao banheiro.
— Não precisava me mimar assim — murmurei, minha voz ainda rouca pelo sono.
Ele soltou uma risada baixa, carregada daquele tom de provocação que parecia nunca deixá-lo.
— Depois da noite que tivemos, achei que você merecia um pouco de cuidado, Medusa. E depois eu vou preparar um café da manhã delicioso pra você, então, nós vamos voltar e vamos passar o domingo na cama.
Quando entramos no banheiro, ele me colocou na banheira devagar. A água estava perfeita, e eu suspirei de alívio ao sentir a tensão deixar meu corpo. Leo ficou ali, de pé ao lado da banheira, me observando com um olhar que misturava ternura e algo mais intenso.
— Não vai entrar? — perguntei, olhando para ele por entre os cílios enquanto deslizava minha mão pela água, provocando pequenas ondas na superfície. Meu tom era casual, mas meus olhos diziam outra coisa: eu o queria ali, comigo, agora.
Leo inclinou a cabeça, aquele sorriso malicioso se formando novamente em seus lábios. Ele se abaixou até ficar na altura da banheira, suas mãos tocando a borda enquanto seus olhos percorriam meu corpo submerso.
— Você está tentando me distrair dos meus planos para o café da manhã? — Ele arqueou uma sobrancelha, mas seu olhar já estava mais quente, mais escuro. Ele não precisava de muito convencimento, e nós dois sabíamos disso.
Estiquei o braço para ele, deixando os dedos molhados tocarem levemente seu peito.
— Talvez. Você não disse que íamos passar o dia na cama? Por que não começamos aqui mesmo?