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Passamos dois dias inteiros no quarto fazendo sexo

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Passamos dois dias inteiros no quarto fazendo sexo. Muito sexo apaixonado.

Era o melhor sexo já existente.

E ainda assim, Leo não parecia tão exausto, e estava apoiado pelos cotovelos, me olhando com um sorriso sacana depois de outra rodada.

— Você quer....

— Você ainda está pensado nisso? — Perguntei — Eu estou assada, Bianchi, e nem sei se vou conseguir andar depois disso.

Ele se inclinou na minha direção, umedecendo os lábios.

— O que eu posso fazer se tenho a noiva mais gostosa do mundo?

Leo era insaciável. O jeito que ele me olhava, com aquele sorriso sacana e os olhos brilhando de desejo, fazia meu corpo reagir antes mesmo que eu pudesse protestar. Eu queria reclamar, mas ele tinha razão — havia algo viciante na forma como nossos corpos se conectavam, como se estivéssemos tentando compensar o tempo perdido. Ainda assim, depois de dois dias nessa intensidade, eu sentia cada músculo do meu corpo gritando por misericórdia.

— Leo, sério, precisamos de uma pausa — murmurei, rindo e empurrando o peito dele com a palma da mão. — Você não cansa? É tipo... biologia humana cansar, sabe?

— Só mais uma. — Implorou, inclinando a cabeça para me beijar.

Eu revirei os olhos, mas acabei rindo. Leo sabia exatamente como me desarmar, como me convencer, mesmo quando meu corpo estava pedindo trégua. O calor do seu toque, o brilho faminto nos olhos dele... era quase impossível dizer não.

— Você tem um problema sério, Bianchi. — Respondi, tentando soar firme, mas minha voz saiu mais suave do que eu esperava. — E eu sou claramente parte do problema.

Ele sorriu daquele jeito arrogante e irresistível que fazia meu coração acelerar e, sem esperar uma resposta, abaixou a cabeça, beijando meu pescoço. Senti um arrepio percorrer minha espinha, e meu corpo, traidor que era, reagiu instantaneamente.

— Tem uma parte de você que ainda não reivindiquei. — Sussurrou, me girando e me colocando deitada de barriga para baixo.

Antes que eu pudesse protestar — ou talvez até encorajar — ele já estava se movendo com aquela precisão quase predatória. Seus lábios deslizaram pela curva do meu pescoço até minha coluna, e eu senti um calor crescer dentro de mim, mesmo enquanto minha mente tentava lutar contra o desejo.

— Leo... — murmurei, sem muita convicção, enquanto ele pressionava um beijo suave na base das minhas costas.

— Confia em mim, Medusa — ele respondeu, a voz rouca, carregada de promessa.

Eu deveria resistir, deveria impor limites, mas havia algo em Leo, uma intensidade que fazia meu corpo se render antes mesmo que minha mente tivesse uma chance. Ele era uma força da natureza, e eu me sentia como uma mariposa atraída pela chama.

Dívida do Prazer - 1Onde histórias criam vida. Descubra agora