Leo Bianchi sempre foi uma presença marcante na vida de Alexis Donovan. No ensino médio, ele fez de tudo para atormentá-la, escondendo sua obsessão atrás de provocações e jogos de poder. Anos depois, o destino os coloca frente a frente novamente-mas...
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Acionei toda a minha família sobre o submisso de Alexis e fui para a Villa Bianchi. Todos acordaram para atender a emergência, exceto por Aurora. Ela tinha aula e minha mãe nunca permitiria que sua filha mais nova ficasse acordada até tarde.
Ella e Vittoria estavam andando de um lado para o outro, tentando mandar mensagens para Alexis, como se eu não tivesse dito que não iria adiantar.
Mamãe estava recostada no sofá, enrolada em seu robe, bocejando. Ela poderia ficar dormindo, eu jamais atrapalharia seu sono, principalmente porque meu pai ficou irritado por eu acordá-la.
Ele era do tipo "pode fazer o que for comigo, mas deixe minha esposa fora disso."
E não, Theo não se importava que ela fosse nossa mãe, ela estava acima de tudo mesmo assim.
Levantei meu celular para ver se tinha mensagem de hacker que pedi para rastreá-la. Aquele idiota ainda não tinha nenhuma informação sobre o celular dela, ou a última vez que foi visto.
Por sorte ela levou o carro dela, então poderia facilitar mais um pouco.
Meu pai saiu da cozinha, gritando ordens no celular. Ele encerrou a ligação, olhando para mim.
— O carro dela foi visto na rodoviária. Você deveria se apressar....
Eu mal esperei que meu pai terminei de falar antes de correr até a saída.
Entrei no meu carro, e ignorei todas as leis de trânsito até chegar na rodoviária.
O lugar era enorme e mesmo de madrugada estava lotado.
Busquei uma foto dela no meu celular enquanto segui para o balcão. Não podia ficar olhando de rosto em rosto para encontrá-la.
Alexis era inesquecível, e qualquer um que tivesse a atendido, certamente iria reconhecer.
Assim que cheguei ao balcão, bati com um certo peso, o que chamou a atenção da atendente imediatamente. Ela levantou os olhos, surpresa pela intensidade da minha aproximação.
— Preciso de uma informação — falei, mantendo o tom firme e a voz baixa. Mostrei a foto de Alexis na tela do meu celular, meu dedo apontando para o rosto dela. — Você viu essa mulher por aqui hoje? Chegou com alguma mala? Comprou passagem?
Ela balançou a cabeça. Negando. Passei para a próxima atendente e fiz a mesma pergunta, e outra vez e mais uma vez, então percebi uma reação da próxima atendente.
Ela arqueou uma sobrancelha e hesitou antes de falar a próxima coisa.
— Não posso dar informações sobre o passageiro.
Dei um pigarro, dando soquinho na madeira.
— Eu me chamo Leo Bianchi. — Avisei e novamente notei uma reação — Tenho certeza de que pode me ajudar.