CAPÍTULO VINTE E OITO

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Anahí passa a semana mal e com maus pressentimentos. Fora que não conseguia ficar com nada no estômago que vomitava. Estava na fundação quando recebe a visita da mãe e os irmãos, ela fica super feliz e vão almoçar juntos, ela aproveita pra conversar com a mãe, Sophia escutava atenta a conversa. Anahí já havia falado a mãe sobre a fulga e ela deu o maior apoio e aceitou sim todos irem com eles.

-Filha eu fico feliz que esteja cheia de esperanças, feliz. Tá até mais bonita, embora não vi você comer nada.

-Tô sem fome.

-E quando iremos?

-Poncho tá organizando tudo pra dezembro, na semana do Natal, como terão muitas festas natalinas e eventos, vamos aproveitar disso. Ele ainda não me explicou exatamente como vai funcionar, mas parece que vai contratar atores pra trocar de lugar com vocês no meio de uma festa. Mas pra frente conversamos mais, ainda faltam 3 meses pra fulga.

-Vou orar todos os dias pra tudo dar certo.

-Já deu mamãe, eu vou amar morar em outro país e a pirralhada também vai amar.

Anahí e a mãe riem da empolgação de Sophia. Logo ela estava se despedindo delas, pois tinha que encontrar Maitê que a agurdava num estúdio, ela teria fotos pra um catálogo de sapatos. Quando abraça a mãe fica meio zonza e Mari a segura.

-Está bem filha? Está pálida.

-Acho que levantei rápido demais.

-Tem se alimentado bem? Tô te achando mais magra.

-Tô bem mãe- Ela oculta as coisas que tava sentindo, estava atribuindo tudo ao estresse e crise de ansiedade que está sentindo por tudo, teve outros pesadelos e todos Poncho morrendo, isso estava tirando seu sono.
   Mais tarde termina a sessão de fotos e estava exausta. Na volta pra casa Maitê comenta que ela tá estranha, mas quando Maitê vê ela já estava cochilando. - Tadinha, deve estar cansada- Chegam e Maitê a acorda.

-Amiga, mulher acorda.

-Desculpa Mai, tô exausta.

-Tô vendo, ainda os pesadelos?

-Também.

-Fala com ele.

-Não, não preocupo o Poncho, é muita coisa já.

-Hoje vou dormir contigo, a Gabi foi pra casa do traste que por acaso é o pai dela. Ele tá me enchendo, só porque estou namorando o Ucker.

-Que cara chato!

Elas descem do carro e vão entrando, Margarida às chama pra jantar. De novo Anahí mal toca na comida.

-Anahí está me preocupando, emagreceu, não come. Não pode deixar essa crise de ansiedade te adoecer.

Margarida se mete- Desculpa me intrometer, mas venho notando isso, ela não está se alimentando direito tem umas duas semanas, mas nessa semana que passou sozinha foi bem pior.

-Obrigada Marga, vou dar bastante puxão de orelha a essa moça.

-Ai gente, desculpa, mas é mais forte que eu, tô muito enjoada, as vezes tonta e sem apetite.

Maitê e Margarida se entreolham arregalando os olhos e Maitê delicadamente pergunta- Amiga, esses enjoos tem sido frequentes?

-Todos os dias e de manhã pior. - Ela põe a mão na cabeça e respira fundo sentindo outro enjoo. - Inclusive sai um pouco perto de mim, seu perfume tá me dando vontade de vomitar.

Margarida e Maitê põe a mão na boca e Marga solta- Minha nossa senhora.

Anahí as olha- O que foi? E o que tão me olhando assim?

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