Após a conversa com o pai Alfonso fica bastante confuso, e começa a vê seu pai com outros olhos, para ele seu pai sempre foi o legalzão que chegava e levava ele pra passear, que falava de garotas e de como se proteger, o cara que pra ele era seu herói estava bem distante daquele que agora como adulto está vendo pela primeira vez. Durante a conversa Armando só falou de poder, dinheiro, das suas pretensões, fora que a todo momento pareceu ser obcecado pela esposa, mesmo sabendo que ela não o ama e pelo que Alfonso percebeu nem intimidade tem naquele casamento à um tempo, ficou pensando que seu pai disse que Anahí era frígida, nota-se bem que ele não conhece a esposa, de frígida aquela mulher não tem nada, ele precisava vê como seus mamilos ficaram entumecidos só em escutar ele falar aquelas coisas na piscina, certamente ficou completamente molhada também, só em pensar nisso ele ficou completamente duro e começava a se masturbar pensando em Anahi e lembrando dela se tocando na outra noite. -Com certeza estou enlouquecendo, só pode ser isso- Ele fica se auto criticando, mas no entanto goza ferozmente só em imaginar fodendo a sua querida madrasta. - Meu pai não pode nem sonhar algo assim- Em meio a esses pensamentos e desejos ele sonha com Anahí e a todo momento acorda. Desce pra beber água pois estava fervilhando.
Por outro lado Anahí também não conseguia dormir, as palavras e o jeito que Poncho a pegou na cozinha lhe deixou embriagada de tesão e ela não estava conseguindo dormir, estava na cozinha bebendo água quando se assusta com a presença dele.
-Não precisa se assustar eu só vim beber água.
Alfonso a olha inteira e se enche de tesão, ela tava somente com um baby dool de ursinho, aquilo era nada sexy, mas nela tudo era sexy, só vê as suas pernas de fora e aqueles seios empinados enviou uma mensagem direto pro seu pau que quase pulou da sua cueca box que aliás era a única coisa que vestia, Anahí nota sua ereção e respirava ofegante, ambos ficam por minutos se olhando, até que ela coloca o copo na pia e vai saindo, tentando fugir daquela tensão sexual que estava tomando conta daquela cozinha, quando passava por ele, Poncho a puxa encostando seus corpos.
-Dá pra me soltar- Anahí diz altiva, tentando permanecer na pose de inquebrantável.
-Não precisa fugir, eu não mordo.
-Não seja pretensioso Herrera, não tenho por que fugir de você.
-Não foi o que me pareceu, mas muito bem, vou acreditar em você. Abaixa a guarda.
-Como farei isso se você não para de me encher garoto. Escuta, me deixa em paz, eu não sei o que eu fiz, ou o que você acha que eu fiz pra ficar me enchendo o saco. Mas vê se me erra!
-Desculpe!
-Oi? - Anahí fica sem entender a atitude dele, afinal lhe tratou mal toda a semana e depois do episódio na piscina estava bem claro que ele não tinha nenhum apresso ou no mínimo respeito por ela.
-Desculpe pelo episódio da piscina e por ter te tratado de forma áspera esses dias. Vamos passar essa semana com mais tempos juntos não é? Então tentemos começar do zero.
Ela fica meio confusa, ainda mais pela proximidade de seus corpos, Poncho a segurava pela cintura colocando seus corpos, seu membro estava visevelmente e sentivelmente duro naquela cueca, se é que essa palavra existe, ele falava doce e calmamente enquanto manipulava seus corpos, roçando seu membro por dentro da cueca no ventre dela. Poncho fazia isso enquanto continuavam a conversa, estava falando uma coisa e fazendo outra, mas era como se não tivesse fazendo aquilo, Anahí ficou atônita e cheia de tesão e em nenhum momento falou ou fez nada, estava se deixando levar pela situação, ele enfiou uma mão por entre seu shortinho do baby doll e acariciou seu sexo ainda por cima da calcinha o que a fez soltar um gemido tímido. E ele continuava com a conversa- Nós podemos mudar nossa relação e sermos amigos, afinal é a mulher do meu pai- Ele desce mais a mão e e solta um palavrão - Puta merda está tão molhada- Encosta a boca em seu ouvido e vai sussurrando- A gente pode se entender bem senhora Herrera.
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Roman d'amourSINOPSE: Quando não dá pra controlar o que sente? quando fugir não lhe é opção e quando o amor nasce de onde menos espera? do ódio. Alfonso Herrera é um milionário filho de um dos políticos e empresário mais importantes do México. aos 15 anos foi e...
