Anahí fica dois dias sem sair do quarto e estava só interagindo com as crianças, mas a maioria do tempo passava na cama. Estava deixando todos preocupados, Poncho foi visitar Luiz esses dois dias e ficou feliz em saber que já estava fora de perigo. Ele já havia dado seu depoimento na polícia e hoje a polícia ia no hospital fazer o depoimento de Luiz que já podia falar mesmo que devagar. Só Anahí ainda não tinha dado o seu. Os advogados que Poncho contratou estavam conseguindo atrasar isso. Ele estava na sala conversando com sua sogra e amigos, as crianças brincando com a babá que ajudava Anahí.
-Estou preocupado com Anahí de verdade, ela não quer sair da cama já marquei uma psicóloga e ela irá atende-la em casa.
-Minha amiga precisa sim disso. Foram muitas coisas ela tá frágil. -Maitê fala comprensiva - Eu vou subir pra tentar conversar com ela.
Ela sobe e Anahí estava coberta com o olhar perdido, então Maitê senta do seu lado.
-Oi moça cómo está?
Ela não responde nada e abraça Mai forte e deixa algumas lágrimas rolarem, Mai faz um carinho no cabelo da amiga.
-Ei tá tudo bem tá? Estamos todos aquí com você!
-Eu matei alguém Mai. Tem noção disso? -ela olha a Mai aflita.
-Amiga era isso ou você deixar ele matar o amor da sua vida?
-Nunca! Foi isso que me fez fazer isso.
-Então se apega a isso.
-Eu não consigo parar de vê aquela cena, é difícil tudo sabe.
-Sei. Toda vez que sentir culpada lembra que ele ia matar o Poncho, lembra que aquele infeliz abusou de você por anos. Ele só teve o fim que merecia.
Maitê a abraça forte. - Deus nunca irá te condenar amiga.
-Eu sei, mas é difícil.
-Tá todo mundo lá embaixo vem ficar conosco. Sua mãe preparou um almoço e lógico que queremos sua presença.
Mai a faz tomar um banho e se ajeitar, as duas descem e todo mundo fica feliz ao vê-la. Poncho vai até ela e lhe dá um selinho.
-Amor que bom que veio comer conosco. Todos estão aqui por você.
Ela o abraça e cochicha. - Eu prometo que vou voltar tá.
As crianças veem correndo com seus passinhos curtos até a mamãe felizes.
-Mama, mama!
Ela se abaixa e beija os dois. Logo estavam todos na mesa e os meninos ao lado da mãe em duas cadeirinhas.
No dia seguinte finalmente Anahí da seu depoimento E em seguida vai ao hospital visitar Luiz, fica surpresa ao ver Dulce lá. Ela e Poncho conversam com Luiz.
-Fico feliz que esteja bem. E eu não tenho como agradecer ter salvo a vida do Poncho.
-Eu só fiz o que deveria ter feito.
-Mas eu nunca deixarei de agradecer primo. - Os dois se dão a mão e parece que será o início de uma bela amizade. Anahí fica feliz com isso, Luiz é uma boa pessoa, só estava desorientado. Eles se vão e no carro Anahí comenta a presença de Dulce.
-Nossa não sabia que conhecia ele.
-Se conhecerem a pouco, ela quis agradecer por ele ter avisado que corria perigo.
-Senti um clima ali- Ela fala rindo e Poncho ri complementando.
-Eu super senti também. Fico feliz em vê-la sorrir meu amor.
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PROIBIDA PARA MIM...
RomanceSINOPSE: Quando não dá pra controlar o que sente? quando fugir não lhe é opção e quando o amor nasce de onde menos espera? do ódio. Alfonso Herrera é um milionário filho de um dos políticos e empresário mais importantes do México. aos 15 anos foi e...
