CAPÍTULO VINTE E SETE

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-Eu não acredito que ela foi atrás de você. Que inferno de mulher. Essa criatura foi o capeta que enviou a minha vida só pode. - Poncho falava furioso ao telefone com Anahí. - Amor, você fez o certo, ela tem que pensar que não temos mais nada, que só foi um casinho, tesão e etc. Sei lidar com essa maluca!

-Eu só quis te avisar pra saber o que falar a ela.

-Não se preocupe. Hoje conversamos direito em casa.

Ucker percebe que Poncho estava nervoso e pergunta o que houve. Ele conta.

-Amigo, a Diana é mesmo louca. Ainda bem que a Dulce desencanou de mim, mas a Diana? Ela é obcecada por você. Tome muito cuidado, ela é daquelas que se não for meu não é de mais ninguém.

-Não sei o que eu fiz pra merecer isso.

O dia passa e assim que chega em casa Poncho procura por Anahí, estava no quarto terminando de se arrumar pro jantar. Ele a abraça por trás e beija o topo da sua cabeça, ela sorri e levanta o beijando.

-A melhor hora do dia é quando chega do trabalho.

-Me sinto honrando em escutar isso.

-Como foi seu dia, meu futuro marido?

-Cansativo e cheio de saudades de você futura esposa.

Eles riem e ficam brincando que são um casal normal e livre como fazem sempre que ele chega do trabalho. - Vou tomar banho e descemos pra jantar tá?

-Certo, te espero.

Não demora muito e Poncho volta e os dois vão descendo pra jantar rindo de bobagens, os sorrisos morrem ao serem atrapalhados pela voz de Armando.

-Que bom vê-los amigos assim.

Poncho sorri sem graça pra ele e quando iam pra sala de jantar ele avisa que tem um convidado. Diana entra e os dois ficam tesos, ela sorri cínica e se joga no pescoço de Poncho lhe arrancando um selinho, Anahí fecha a cara.

-Convidei sua noiva, pois além de termos que criar mais intimidade em família, temos coisas a discutir em relação às nossas campanhas e essa garota tem ideias maravilhosas.

-Obrigada pelo convite sogrinho. Sim temos muito que conversar, inclusive tenho também que conviver mais com a sogrinha né Anahí?

Anahí dá um sorriso forçado pra ela. E Diana continua- Tenho certeza que seremos boas amigas.

-Também tenho, Anahí não é por ser minha mulher, mas é encantadora e todos que a conhecem gostam dela.

-Com certeza sogrinho, me simpatizei com sua esposa desde o momento que à vi. -Ela sorri cínica pra Anahí que vira a cara.

Depois do jantar eles vão conversar na sala e Diana e Armando ficam traçando planos políticos, Anahí fica calada no outro sofá e Poncho hora ou outra dava opiniões. No fim Armando avisa a Poncho que na próxima semana irão viajar juntos e Diana os acompanhará, isso já fará parte da campanha. Anahí fica em alerta ao escutar que aquela mulher viajará com ele, Diana por sua vez ri e a olha provocando em silêncio. Como estava ficando tarde Armando diz a Diana que poderia dormir ali aquela noite. Anahí vai pro quarto furiosa e fica falando sozinha, Margarida entra no quarto e pergunta se ela precisa de algo, ela nega e antes de sair Margarida começa a falar com ela.

-Tem que se acalmar Anahí, não sei como o patrão não se tocou ainda que está apaixonada pelo Poncho. Você estava visivelmente com ciúmes daquela mulher do lado dele.

-Eu sei que tenho que me controlar, mas é bem difícil.

-Eu sei querida, mas pense que vai passar. Sei dos planos de irem embora, é o melhor que tem a fazer.

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