CAPÍTULO TRINTA

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Sem querer Diana acabou ajudando eles os deixando mais livres, Poncho já tinha combinado com o amigo que já estava à "serviço" de Armando seguindo Anahí. Graças a isso estavam saindo mais juntos. Era sábado e Anahí havia ido almoçar com a família, Poncho a encontrou na casa de seus pais, ela queria contar sobre a gravidez e também conversarem sobre a fuga. Apesar de não confiar muito no pai, teria que correr esse risco. Estavam na mesa conversando animados quando seu pai chegou, Anahí muda completamente o semblante e o homem abaixa a cabeça triste, Mari chama o marido pra se unir a eles na mesa que já iam almoçar. Antes Poncho pediu a palavra.

-Queria agradecer a vocês por me receberem e queria aproveitar que estamos em família pra fazer uma coisa.

Anahí o olha sem entender e ele do nada fica de joelhos diante dela e segura sua mão. As crianças ao redor já olhavam curiosas e Sophia batia Palmas já imaginando o que viria, Anahí olha pra ele emocionada e então ele tira uma caixinha do bolso.

-Bom, senhor e senhora Puente Portilla, queria pedir a mão da filha de vocês em casamento - Ele volta o olhar pra Anahí que já chorava- . Eu à  amo e não tenho dúvidas que quero passar o resto da minha vida contigo. Você aceita esse chato aqui como marido?

Ela só balança a cabeça chorando. Ele pega o anel- Esse anel era da minha avó a mãe da minha mãe, eles foram muito felizes no casamento deles, ganhei dela quando ainda era viva, por incrível que pareça ela não deu isso à minha mãe que era sua única filha, mas me deu e disse que se um dia eu amasse alguém como ela amava meu avô, desse a ela. E essa mulher é você!

Ela o puxa e o beija toda sua família começa a bater palmas. Henrique fica muito emocionado em vê sua filha feliz. Queria dar um abraço nela mas se contém, um dia sonha com seu perdão. Os dois terminam os beijos com selinhos e depois vão recebendo abraços dos irmãos e da mãe de Anahí. Lisa pergunta toda animada.

-A gente pode fazer uma festa de princesa?

Poncho sorri e responde a menina animado- Podemos sim, e vocês serão nossas damas o que acha?

-Eu quero, você quer Bia?

-Quero muito. Vamos vê um monte de coisa que Anahí vai casar. A Sofia disse que você era um príncipe e é mesmo- Bia falava animada e todos eles riem com a empolgação das crianças.

Poncho e Anahí estavam abraçados com ela de frente pra família e ele com a cabeça encostada no seu ombro, Anahí pega as mãos dos dois que estavam juntas e põe em cima da barriga sorrindo.

-Queria dizer também que essa família vai aumentar além do Poncho.

Mari a olha emocionada- Filha, não me diga que?

-Sim mãezinha, será vovó e a pirralhada serão titios e titias. - Mari e Sophia a abraçam e depois as crianças ficam fazendo carinho na barriga dela. Nesse momento Henrique levanta e meio tímido chega até à filha e a abraça, Anahí fica meio tesa no início, mas depois se rende ao abraço do pai, e ambos choram abraçados. Poncho e os outros saem os deixando à sós. Henrique beija seu rosto e faz carinho nela, limpando suas lágrimas. À muitos anos não fazia isso, não que não quisesse, mas Anahí fez uma barreira entre eles e ele não se queixava, pois sabia que era culpado daquela mágoa.

-Eu te amo tanto minha filha. Fico muito feliz que finalmente você vai ser feliz. Eu daria minha vida pra te vê feliz.

-Pai!

-Não fala nada, vamos aproveitar esse momento, nossa família enfim completa.

Eles se abraçam de novo e logo os outros voltam, Mari toda feliz em vê-los juntos de novo chama todos pra finalmente almoçarem. O almoço é bem animado, as crianças não param de fazer perguntas a Poncho que gosta muito, ele sempre se sentiu sozinho, mas agora estava ali sendo tão bem recebido pela aquela família. Henrique começa a falar.

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