CAPÍTULO VINTE E QUATRO

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O jantar acabou e Anahi estava tirando a roupa pra ir tomar banho e ir dormir, se surpreende com alguém entrando no quarto rápido e se depara com Poncho.

-Enlouqueceu?

Ele tranca a porta e a beija, termina com selinhos e responde- Enlouqueci, culpa sua.

-Amor, ele tá em casa, não é bom nos arriscarmos.

-Eu tranquei a porta do meu quarto e a gente toma cuidado, fora que ele acha que eu tô voltando com a Diana e como ela esteve aqui, capaz de pensar que estamos juntos no quarto.

-Não gosto da idéia dessa mulher envolvida. - Anahí fecha a cara e se afasta.

-Ei amor, ela não tá envolvida com nada eu juro. Mas é bom o velho achar que estou com alguém, desde que isso não chegue aos ouvidos dela.

-Essa mulher é obcecada por você, olha só, agora envolvida na campanha de seu pai, é doentio e me dá arrepios.

-Ela é maluca, mas não é ameaça. É só cão que ladra e não morde.

-Mas pelo que me disse ela atirou um carro em uma garota que estava saindo com você e você acabou se machucando.

-Ela fez terapia depois disso, tava bêbada.

-Está defendendo? Isso não tem defesa. Podia ter matado alguém.

-Longe de mim defendé-la amor. E vamos aproveitar nosso tempo e namorar, deixa Diana pra lá.

Anahí o dá um tapa no peito e ele se assusta - O que eu fiz?

-Me fez gozar numa mesa diante de mais de trinta pessoas em uma sala.

Ele a puxa e sela seus lábios- Admite que você gostou.

-Eu fiquei com medo, a gente ali diante do seu pai.

-Foi a melhor parte aquele corno na nossa frente.

Os dois caem na gargalhada e tapam a boca pra não fazerem barulho.

-Admito que foi um gosto está sentindo prazer com o homem que eu amo e ele ali com sua prepotência se achando o dono do universo, e sendo enganado na cara.

-Amanhã tá de pé nossa ida à casa do Carlos?

-Sim, o que quer com ele?

-Carlos irá me ajudar, eu vou precisar de aliados como ele, querendo ou não, sou um estranho por aqui e não conheço gente e esses esquemas. Vou começar a pesquisar tudo direitinho.

-Qual seu plano?

-Primeiro tomar um banho e fazer amor contigo no banheiro e depois deitar naquela cama e ficar agarradinho contigo, aí te conto meu plano.

-Gostei desse plano. - Selinho

-O quanto gostou- outro selinho e ele a pega enganchando suas pernas em sua cintura e vai a levando pro banheiro, a põe no chão e tiram a roupa, entram no chuveiro e trocam carícias e beijos enquanto à água cai entre seus corpos. Poncho a encosta na parede e suspende a perna dela, roça seu sexo já ereto na sua entrada que por ele ter levantado estava exposta, Anahí gemia ofegante por antecipação e ele vai introduzindo dentro dela devagar, Anahí segura em seu pescoço e puxa seus cabelos devagar, se beijavam enquanto seus corpos se uniam. Ele aumenta o ritmo ela arranha suas costas, não param de se beijar, famintos de desejo. Poncho sai de dentro dela e se senta no chão do banheiro a trazendo para se encaixar em cima dele, Anahí segue os comandos e vai sentando enquanto seu sexo engolia o pênis dele completamente, Entrelaçam às mãos para facilitar os movimentos e ela começa a se locomover devagar e aumentando gradativamente o ritmo, Poncho a segura pela cintura e começa a fazer ela acelerar mais, Anahí colocava a cabeça pra trás e cavalgava nele como uma amazona, entre eles só a água que caia, deixando tudo ainda mais gostoso. Poncho começa a acariciar o clitóris dela enquanto não deixava de meter forte, Anahí goza vezes seguidas, então ele a segura pra não cair e dá uma última estocada forte, derramando seu jato forte e quente dentro dela. Se abraçam, ficam assim parados no chão por um tempo e depois terminam o banho ainda trocando beijos. Saem do banho e ele a enxugava, cuidava dela tão carinhoso, Anahí sorriu com o cuidado dele, não podia estar mais apaixonada. Ele lhe dá um selinho- Poxa vida, agora não perco mais uma chuverada contigo.

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