Cinco meses haviam se passado desde que Adriano havia contado tudo a Carlos, as crianças agora estavam com um ano e quatro meses e cada vez mais espertas, Anahí ficava toda coruja com eles e eram muito apegados a mãe, apesar de ter ajuda de uma babá, era ela que cuidada deles o tempo todo, era mãe 24 horas do dia. Às eleições já haviam chegado e infelizmente Armando conseguiu se eleger, no entanto Chris e Ucker preparavam uma armadilha pra o dia de sua posse, que ocorreria dali à quase menos de dois meses. Carlos por sua vez havia viajado com Adriano pra vê Poncho, ele havia tido uma ótima evolução, não estava mais respirando por aparelhos, seu sistema respiratório estava perfeitamente bem. Ele havia o visitado no dia anterior e ficou contente em vê-lo, estava com Adriano no apartamento que ele havia alugado, ficava ali sempre, pois hora ou outra estava com o filho. Os dois conversavam tranquilos.
-Muito bonito vê sua dedicação ao seu filho amigo.
-Ele vai acordar, eu tenho fé. Sabe uma ou outra vez quase contei a Anahí, mas sempre algo me impedia.
-Eu tenho evitado ela, não sei se conseguiria não dizer. O que me conforta é que está bem.
-Me conte sobre este plano dos amigos de meu filho.
-Os meninos pretendem invadir pela rede a transmissão da posse dele, vão colocar o laudo da morte do Poncho, acusá-lo de assassinato em rede Nacional, vamos apresentar muitas provas que vemos recolhendo ao longo desse tempo. Pensamos que assim podemos proteger Anahí, as crianças e sua família, pois o acusando na frente de todos, ele fazendo algo à eles, ficará claro que foi ele. Vamos colocá-lo numa armadilha.
-Isso é genial e com o material que tenho posso ajudar.
-Seu filho tem amigos leais e que não descansam um só dia pra vingar sua suposta morte.
-Muito bom saber disso.
-Ucker está vindo pra cá amanhã, eu não o contei porque, mas acho que fazermos algumas coisas aqui é mais seguro. Você decide se contamos sobre Poncho.
-Sim, podemos.
No outro dia Mai estava almoçando com Anahí era domingo e sempre ia passar os fins de semana com ela e os bebês. Estavam rindo da bagunça deles querendo comer sozinhos.
-E seu querido marido foi viajar assim correndo?
-Namorido, não somos casados.
-Já moram juntos à meses, pra mim é casamento.
-Que seja, ele foi viajar e pelo que entendi pra encontrar Carlos, não sei se é algo da empresa, mas nem Chris quis me explicar.
-Falando da empresa o que tá achando de trabalhar lá?
-Amando, além de trabalhar com meu amor, tenho liberdade financeira né, nunca que ia ficar sendo sustentada.
-Certíssima, quando Poncho e eu casarmos também vou voltar a trabalhar. -Mai segura sua mão e fala delicadamente.
-Amiga, ainda pensa nisso?
-Todos os dias, conto as horas, ele vai voltar eu sinto.
-Bom, não iremos discutir isso. E sobre trabalhar, você é uma das donas da empresa, se quiser nem se preocupa nisso, Chris e Ucker depositam todo mês a parte do Poncho na poupança das crianças.
-São dos meus filhos, não meu, vou trabalhar e muito, quem sabe até com vocês, ah falando nisso de trabalho recebi proposta de fazer propaganda de marca de fraldas com os bebês.
-Por que não aceitou?
-Vou tentar que o cretino aceite. Ficamos aqui sendo prisioneiros dessa casa e em breve da casa da presidência. Minha sorte é que esse lugar é imenso, o jardim e a piscina então, ai faço os meninos andarem por isso tudo.
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PROIBIDA PARA MIM...
RomanceSINOPSE: Quando não dá pra controlar o que sente? quando fugir não lhe é opção e quando o amor nasce de onde menos espera? do ódio. Alfonso Herrera é um milionário filho de um dos políticos e empresário mais importantes do México. aos 15 anos foi e...
