Capítulo 7

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(...)

ALEX

Saio da casa de Ally ainda desorientado pela resposta que tive. Eu nunca pensaria algo assim.

Aquele bastardo pode ser o que for, mas jamais pensei que pudesse cogitar a possibilidade de fazer algo assim com alguém.

A ira me domina.

Sinto meu corpo inteiro tremer com o pensamento daquele desgraçado tocando o corpo de Angel contra a sua vontade.

Bato forte no volante enquanto dirijo pelas ruas da cidade. Já ultrapassei três sinais vermelhos mas não me importo.

Tudo o que quero é encontrar esse desgraçado e fazer ele pagar.

Droga, estou perdendo a porra do controle!

Paro o carro no acostamento e respiro fundo. Eu nem sei onde ele está.

Pego o celular e ligo para Rubens, meu investigador particular.

Alô? — atende no segundo toque.

— Rubens, sou eu. — informo. — preciso que encontre uma pessoa para mim.

Me dê um nome.

Encerro a ligação depois de passar a ele tudo o que sei sobre Gustavo. O que não é muita coisa mas Rubens é bom no que faz.

Ele ajudou a um tempo atrás quando estávamos atrás de Geovana e conseguiu até trazer os mortos a vida nos mostrando que o pai de Scott estava vivo.

Ricardo, espero que esteja queimando no fogo do inferno, onde é o seu lugar.

Algum tempo depois recebo por e-mail com algumas informações sobre Gustavo, incluindo seu endereço e onde trabalha.

Dirijo para lá e não demora muito até encontrar o seu prédio. Observo por um instante o prédio, é grande, aparentemente muitas pessoas moram aqui. Saio do carro logo depois, entrando no lugar.

— Posso ajudar? — um homem aparentando ter um cinquenta anos pergunta.

Merda.

Sim. Eu... — pensa Alex, pensa. — Eu estou procurando o meu amigo. Gustavo, ele mora aqui.

— Sei. — me encara, desconfiado. — Em que apartamento ele mora?

Informo o que estava escrito no arquivo que Rubens enviou.

— A quem devo anunciar?

Nao posso falar que sou eu. Ele jamais permitiria minha entrada.

— Diego. — Falo o nome do amigo dele. Scott me contou da confusão com esse cara.

Tenho sorte do edifício ser grande, se fosse mediano é provável que esse homem conheça o rosto de todos os moradores e de seus visitantes também.

O porteiro interfona mas não obtém resposta alguma.

— Sinto muito. Ele não deve estar em casa.

— Sem problemas, eu volto depois.

Saio de lá e vou até meu carro, estaciono ele um pouco mais afastado para que o homem não veja e desconfie de nada.

As horas vão passando e eu continuo a espera. Recebi algumas ligações de Scott e Ally, mas não tive cabeça para atender. Até Angel ligou, mas prefiro falar com ela depois.

Uma Mulher em Minha Vida - Livro 2 (CONCLUÍDO)Onde histórias criam vida. Descubra agora