VG on
Eu ainda não estava acreditando. Esperava minha ficha cair. Olhei pra Ísis, que já tinha lágrimas escorrendo dos olhos. Depois olhei pra Melissa, que sorria olhando pra Ísis. O médico disse mais algumas coisas e a gente saiu, indo pro estacionamento.
Isis – Você viu? Vai ser nossa menina!
Ela me abraçou apertado, dei uma rodada com ela no ar e beijei até faltar fôlego.
VG – Nossa Luar tá vindo...
Ela sorriu, concordando. Abri a porta do carro pra ela, dei a volta e entrei. A Melissa já tava lá, com a cabeça encostada no vidro.
Melissa – Parabéns. É uma menina também.
Ela olhou pra mim e deu um sorriso.
Melissa – Vou pra casa que você pediu. A Sereia disse que tá tudo certo lá.
Ela só concordou.
Isis – Eu vou esperar vocês no carro. Enquanto isso, vou falando com a mulher da decoração do quarto. Pode ser?
Ela tava muito animada.
VG – Pode sim. E coloca as coisas da Cecília lá. A Melissa vai ficar um bom tempo em casa com a gente.
Olhei pra Melissa, que sorriu discretamente. Ísis já pegou o celular e eu continuei dirigindo, enquanto Melissa mantinha o olhar perdido pela janela.
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Melissa on
Eu nunca imaginei que voltaria praquela casa... ainda mais pra dar a pior notícia da minha vida.
Flashback on
Fábio – Eu gosto de você, e gosto de ficar com você.
Meu riso é tão feliz contigo.
Meu melhor amigo... é o meu amor.
Sorri, deitada na grama, olhando o homem que eu amava cantar.
Fábio – Você vai ver. A gente vai ter nossa família. Eu vou te tirar desse pesadelo todo.
Ele me beijou.
Melissa – Pois a família já está começando.
Ele sorriu daquele jeito que fazia meu coração se perder.
Fábio – Minha menina tá chegando...
Começou a me beijar com tanto carinho. Eu amava aquilo.
Fábio – Cecília. Nossa primeira filha. Cecília Malta. Vai ser perfeita, como a mãe.
Melissa – Vai ser linda. A coisa mais linda do mundo.
Fábio – Se a beleza mora no olhar, no meu você chegou... e resolveu ficar. Pra fazer teu lar.
Eu sorria toda boba. Ele me olhava com amor enquanto cantava.
Flashback off
Sai dos meus pensamentos quando o carro parou na frente da casa verde. Abri a porta, saí e fiquei parada diante do portão.
VG – Vamos?
Concordei.
VG – Tem trinta minutos, pode ser?
Assenti e fui andando até o portão. Bati palmas. Não demorou muito e a porta se abriu. Vi dona Vanda vindo na minha direção. Comecei a chorar.
Fábio – Te amarei de janeiro a janeiro, até o mundo acabar...
Eu vi ele ali, perto do portão. Pisquei, e ele não estava mais.
Vanda – O que foi, minha menina?
Ela abriu o portão, veio até mim e me abraçou.
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libertina
Novela JuvenilCorre menor porque no morro do chapadão não tem dó e muito menos perdão Se você roda não abre o bico porque se dedurar vai aparecer morto e mãe vai chora em cima de caixão
