paçoca

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Acordei às seis da manhã — pra falar a verdade, nem consegui dormir direito de tanta ansiedade. Levantei da cama, tomei um banho, fiz minha higiene, coloquei uma calça jeans e uma blusa. Quando já estava pronta, decidi trocar de roupa de novo e colocar um vestido. Depois de me arrumar de vez, peguei a chave do carro e as cópias dos meus documentos, e fui em direção ao morro da Babilônia.

Não demorou muito para eu chegar. Fui direto para a casa onde ficam as crianças. A Yanna já estava lá na frente. Desci do carro e fui logo em sua direção, dando um abraço nela.

Yanna:
— Veio cedo, hein?

Concordei, rindo.

Vg:
— Nem consegui dormir direito, pra falar a verdade.

Fomos andando juntas em direção à casa. Quando a Yanna abriu a porta, vi o Paçoca sentado no sofá, balançando as perninhas.

Yanna:
— Pelo visto, você não foi a única.

Se referia ao Paçoca.

Paçoca:
— Achei que você não vinha mais, tava demorando.

Ele correu para me abraçar.

Vg:
— Mas ainda está tão cedo!

Ele riu, negando.

Conversei um pouco com ele e depois fui resolver as coisas com a Yanna. Assinei uns papéis e ela me disse que até a próxima segunda-feira eu teria a guarda dele no meu nome. Hoje era terça-feira, então faltavam apenas seis dias para ele ser realmente meu filho.

Depois de resolver as burocracias, fomos para o shopping comprar roupas para ele, já que ele só tinha duas peças. Passamos a tarde toda no shopping, ele ficou super feliz de ir nos brinquedos.

À noite, fomos a um restaurante. Passamos a semana toda nos divertindo.

Na segunda-feira, peguei o novo registro de nascimento dele, que agora dizia que ele era meu filho.

Na terça-feira, voltamos para o morro. Meu pai, meu tio e principalmente o Tzinho fizeram todos os gostos dele.

Na quarta, ele começou a estudar e eu voltei para a boca. À tarde, ele fazia curso de futebol e depois a tiazinha que cuida das crianças ficava com ele.

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