Isis on
Tava na sala brincando com o Ravi, tentando afastar os pensamentos que andavam me rondando. Por mais que eu dissesse pra mim mesma que não era nada, no fundo sabia que já estava envolvida até o pescoço. A VG entrou com um monte de sacolas e aquele sorriso no rosto que eu já conhecia bem: brilho de quem tá apaixonada por tudo isso — pelas roupas, pelo risco, por mim.
VG — Tá com a cabeça onde? Vem ver as roupas que eu trouxe.
Uma peça mais linda que a outra.
VG — Eu sei que você não gosta disso, mas se eu fosse comprar, seria com dinheiro sujo do mesmo jeito. Separei umas pra quando você for também.
Só assenti. A gente não precisava dizer mais nada. Estava claro: eu já tinha escolhido o meu lado.
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Sereia on
Tava no quarto experimentando as roupas novas, vendo qual combinava mais com o baile. A porta se abriu devagar e o Thiago encostou no batente, me olhando com aquele olhar que misturava admiração e desejo. Continuei trocando de roupa, como se não tivesse percebido — mas eu sentia os olhos dele em cada movimento meu.
Tirei a blusa e a calça, coloquei uma saia branca e uma blusinha leve. Prendi o cabelo num coque rápido e abri o guarda-roupa de novo, pegando um blusão largo pra vestir. Quando vesti, ele resmungou baixinho atrás de mim.
Tzinho — Acabando com a minha visão boa, por quê?
Ele veio por trás e pousou a mão na minha nuca, os dedos se perdendo no meu cabelo. Puxou de leve pro lado, o rosto dele se aproximando do meu pescoço. Fechei os olhos, sentindo aquele arrepio familiar.
Sereia — Vai começar... agora aguenta.
Ele me puxou com mais firmeza e sorriu de lado, do jeito que só ele sabia.
Tzinho — Será que eu consigo?
Empurrei ele na cama, rindo, e ele se ajeitou, deitando direito.
Sentei no colo dele, acariciando os ombros enquanto ele deslizava as mãos pela minha cintura, guiando meus movimentos com calma e desejo. Nos beijamos com uma vontade contida, daquelas que queimam por dentro. O calor entre nós foi crescendo, o quarto ficou pequeno demais pro que a gente sentia.
Ele me virou devagar, os olhares se cruzando no meio do silêncio cheio de promessas.
Tzinho — Cê sabe que é só minha, né?
Assenti com um sorriso de canto. A gente não era um casal perfeito, longe disso. Mas naquele quarto, naquele momento, a gente se bastava. Depois, deitamos juntos. Ele me puxou de conchinha, encaixando meu corpo no dele com um carinho inesperado pra quem sempre foi tão bruto com o mundo.
Tzinho — Vamos dormir um pouco. Quando acordar... a gente continua de onde parou.
Sorri, sentindo o corpo leve e o coração mais ainda. Ele ajeitou meu cabelo atrás da orelha, me deu um beijo na bochecha e logo o silêncio foi tomando conta do quarto, embalando a gente num descanso merecido.
{Gente eu vou to pensando em color hots no livro oque vocês acham?,oque vocês estão achando de colocar o tzinho e a sereia pra narrar?}
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libertina
Dla nastolatkówCorre menor porque no morro do chapadão não tem dó e muito menos perdão Se você roda não abre o bico porque se dedurar vai aparecer morto e mãe vai chora em cima de caixão
