Cinco

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Rafaella saiu do banheiro correndo, com a toalha enrolada em seu corpo e a expressão de raiva no rosto.

– Droga, droga, droga. – Ela disse, revirando suas  roupas limpas sem sequer se lembrar que Giy estava ali.

– Algo de errado? – A outra perguntou e Rafaella assentiu.

– Minha namorada é um pouco brava quando se trata de eu perder o horário. – Rafaella informou, prendendo a toalha nos dentes antes de começar a colocar a calcinha por debaixo da toalha. Gizelly acompanhou o movimento, que foi rápido, porém sexy.

Seu desespero começou quando Rafaella se virou e removeu a toalha, deixando suas costas à mostra e suas nádegas, afinal usava uma calcinha branca que deixava pouco pra imaginação. Gizelly sentiu algo começar a crescer entre suas pernas e levou uma mão até seu membro, apertando ele levemente no intuito de acalmar seus nervos. Rafaella se abaixou e vestiu um short jeans, porém a visão que deu para Gizelly fez seu sexo latejar e ficar duro igual pedra. Maldição! Praguejou mentalmente.

Rafaella prendeu o sutiã ao corpo, mas Gizelly pôde ver de relance o bico de seu seio e novamente seu pênis pulsou em sua roupa. Ela não usava roupa íntima, pois Rafaella havia emprestado um short de seda e dado a ela uma calcinha nova, tão pequena que provavelmente apertaria suas bolas a ponto de deixá-las roxas e deixaria todo seu membro para fora.

– Você é lésbica? – Rafaella perguntou ao ver o olhar de desejo que estava impregnado no rosto de Gizelly. – Oh, céus, eu sinto muito. É que como você disse que preferia não saber se foi pareada com alguém pensei que fosse heterossexual igual minha amiga Marcella.

– Tudo bem. – Gizelly disse, desviando o olhar para qualquer ponto no teto, já que Rafaella estava apenas de sutiã. A menina vestiu uma camisa branca com letras negras onde dizia: I love New York, mas a verdade era que ela detestava aquela cidade. Foi lá onde o idiota do cientista Talles Gripp causou a própria morte e a de bilhões de homens, gerando o vírus causador da desgraça dos últimos treze anos. – Não tem medo de me deixar sozinha aqui e eu roubar algo?

– Só tenho comida para ser roubada e, bem, você já vem fazendo isso há uma semana, então eu não perderia nada. – Rafaella disse sorrindo. – Eu já vou indo. – Rafaella disse, indo em direção a Gizelly para se despedir. Tinha essa mania, porém, para a sua surpresa, a garota deu um passo atrás e começou a caminhar por trás do balcão, como se fugisse de Rafaella.

A maior deu de ombros e simplesmente mandou um beijo no ar.

– Volto pela manhã, me espere para o café. – Ela disse, sumindo pela porta de aço do trailer. Gizelly deu um suspiro aliviada e puxou o cós do short, vendo seu pênis completamente endurecido.

– Você deveria se comportar, Meninão. – Ela disse, o encarando. – Não podemos ser pegos.

Ela caminhou até a cama e começou a pensar em coisas aleatórias, até finalmente sentir sua excitação diminuir e enfim pôde descansar tranquilamente.

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Desse jeito vai ser difícil esconder o meninão.

O último pênis - GirafaOnde histórias criam vida. Descubra agora