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Cecilia Albuquerque

Puxei o Enzo pela nuca pra mais um beijo, trocando de posição com ele... Dessa vez ficando por cima.

    Ele apertava a minha bunda enquanto eu arranhava o seu abdômen.

Fui passando as unhas até chegar na cueca, colocando a minha mão por dentro, fazendo um movimento de vai e vem.

Ele parou o beijo, mantendo os olhos fechados e ficou com a boca entreaberta, me motivando a intensificar os movimentos com a mão.

Quando eu senti latejar, fui surpreendida com o Enzo trocando as nossas posições rapidamente, afastando a minha calcinha pro lado e começando a fazer movimentos circulares no meu clítoris.

Fechei os olhos com força, soltando gemidos involuntários de acordo com a velocidade que ele me tocava.

Abri os olhos quando ele parou com os movimentos, vendo ele tirar a minha calcinha.

Ele foi pegar a calça dele, tirando uma camisinha da carteira. 

Quando ele colocou a camisinha, se aproximando de mim, empurrei ele no sofá e fiquei por cima.

Encaixei em mim, sentando com toda força.

Porra. - Falou baixinho com a boca entreaberta, me fazendo sorrir igual uma safada.

Nossa.

Isso aqui é muito bom.

     Vi o Enzo com os olhos fechados, sentindo todo o prazer que eu proporcionava à ele.

     Ele segurou a minha cintura e me virou rápido, me colocando de quatro.

Empinei o máximo que pude e ele penetrou de uma vez, me fazendo soltar um gemido alto.

    Ele penetrava com força, indo cada vez mais rápido, me levando à loucura.

     Quando pensei que o Enzo não podia ir mais rápido, ele me surpreendia aumentando ainda mais a velocidade.

    Depois de um tempinho, acabei gozando junto com ele, apertando o meu próprio peito com a intenção de descontar o excesso de orgasmo.

O Enzo me puxou pelo braço, fazendo com que eu caísse deitada em cima dele.

— Tu tá acabando com o meu juízo, Cecília. - Falou olhando nos meus olhos, enquanto tentava controlar a respiração.

[...]

O Enzo foi embora depois de tomarmos banho e fazermos um segundo round no banheiro.

Deitei na cama cansada e peguei o celular, ligando pra Amanda ao ver que ela tinha me ligado algumas vezes durante à tarde.

— Oi amiga. - Atendeu a ligação.

— E aí, amiga. Me ligou? - Perguntei bocejando.

— Sim, sumida. Não atendeu por quê? - Perguntou curiosa.

— Tava transando. - Falei normal e ela deu um grito.

Essa menina é louca.

— Meu Deus, Cecília. Pode ir me contando tudo.

— Nada disso, gatinha. Te conto amanhã na faculdade. - Respondi e ela bufou, me fazendo rir.

— Tá, mas pelo menos fala se foi bom.

— Foi a melhor transa da minha vida, Amanda. - Admiti sorrindo e ela gritou de novo, toda feliz.

    Fiquei uns minutos em ligação com a Amanda e fui fazer uma jantinha.

Transar é bom, mas gasta todas as energias do ser humano.






Enzo Martins

Depois que eu voltei pra casa, ajudei a Lara a fazer uns deveres e levei ela no Mc Donalds.

Ela foi o caminho todo me contando como foi a tarde dela com o meu pai... o que me deixou um pouco surpreso.

— O papai te levou pra onde? - Perguntei atento ao trânsito, já que estava mais movimentado por ser fim de tarde.

— Ele me levou no parquinho, irmão. - Disse toda empolgada — E me comprou um sorvete de morango.

— Nossa, princesa. Muito legal mesmo. E você gostou?

Simmm. - Disse estendendo o "sim", me fazendo rir — Só faltou você, por que você não foi com a gente, irmão?

Vish.

— Eu fui almoçar com a Cecília, pequena. - Respondi estacionando.

— Ela podia ter ido com a gente, poxa. - Disse tristinha.

— Prometo levar ela pra sair com a gente. - Falei sabendo que a Lara ficaria animada.

Aproveitei que tava pedindo um mc lanche feliz pra Lara e pedi um big mac pra mim... Tô mortão de fome.

Assim que eu voltei pra casa, a Flávia foi colocar a Lara pra dormir e eu fui pro meu quarto colocar em dia o resto do conteúdo que eu perdi hoje por ter saído mais cedo da aula.

Meu pai passou no meu quarto me desejando boa noite e confesso que tô estranhando muito todo esse esforço.

    Mas não vou contestar, deixa o cara, né.

Aquela PessoaOnde histórias criam vida. Descubra agora