Capítulo 37: Entre a Raiva e o Desejo

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A tensão no ar era palpável enquanto Buck e Eddie voltavam para a casa de Eddie

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A tensão no ar era palpável enquanto Buck e Eddie voltavam para a casa de Eddie. Christopher estava na casa de um amigo, e isso deixava os dois sozinhos, com uma mistura intensa de emoções: raiva, ciúmes, mas, acima de tudo, um desejo ardente que parecia quase insuportável. Tommy havia se intrometido entre eles, e isso os deixara em um estado de vulnerabilidade que eles não podiam ignorar.

Assim que fecharam a porta, Buck se virou para Eddie, seus olhos fixos nos dele. "Precisamos resolver isso. Agora." Sua voz era baixa, mas a intensidade no olhar deixava claro que ele estava decidido.

Eddie assentiu, sentindo o coração acelerar. "Concordo. Mas não sei como..."

Antes que ele pudesse terminar a frase, Buck avançou, suas mãos envolvendo o rosto de Eddie e puxando-o para um beijo voraz. A intensidade do beijo pegou Eddie de surpresa, mas rapidamente ele se entregou à paixão, retribuindo com a mesma fervorosa urgência.

As mãos de Buck deslizavam pelo corpo de Eddie, explorando cada curva como se tentasse apagar as memórias de Tommy. Ele pressionou Eddie contra a parede, os corpos se encaixando perfeitamente, como se nada mais importasse a não ser aquele momento.

A mistura de raiva e desejo os deixava mais excitados. "Eu não quero mais pensar nele," Buck murmurou entre beijos, suas palavras sendo a única coisa que os separava por um breve instante. "Quero você. Só você."

"Então me tenha," Eddie respondeu, a voz rouca de desejo. "E vamos esquecer tudo isso."

Com um movimento rápido, Buck girou Eddie e o levou até o quarto, onde a atmosfera já estava carregada de eletricidade. Ele o pressionou na cama, seu olhar intenso e cheio de fogo. O mundo lá fora desapareceu, e tudo o que existia era a conexão que eles compartilhavam.

Buck começou a explorar o corpo de Eddie, suas mãos correndo por sua pele, provocando arrepios. Cada toque, cada sussurro fazia Eddie sentir-se mais vivo. A raiva que havia sentido antes se transformou em pura paixão, uma necessidade desesperada de se sentir próximo de Buck.

Eddie puxou Buck para baixo, seus corpos se fundindo em uma dança de desejo. Os lábios de Buck desceram pelo pescoço de Eddie, provocando suspiros enquanto Eddie se perdia na sensação. "Isso é só nosso," Buck disse, olhando nos olhos de Eddie, como se estivesse prometendo que, independentemente do que Tommy fizesse, eles sempre teriam um ao outro.

A tensão entre eles se transformou em algo explosivo. Buck começou a se mover, suas ações guiadas pela mistura de raiva e paixão que queimava em seus corpos. Cada movimento era intenso, e Eddie se deixou levar, correspondendo ao ritmo, como se estivesse se esforçando para reforçar sua conexão.

As horas se passaram como se fossem minutos. Eles exploravam os corpos um do outro, entrelaçando-se em um ato que era tão agressivo quanto amoroso. Buck pegou Eddie nos braços, revezando entre momentos suaves e intensos, enquanto Eddie o puxava mais perto, buscando uma conexão que fizesse o mundo exterior desaparecer.

"Eu quero você," Eddie sussurrou, suas mãos segurando o rosto de Buck, a necessidade em seus olhos refletindo a profundidade de seus sentimentos. "Só você."

E com isso, Buck se entregou completamente, o desejo consumindo ambos, criando uma barreira contra qualquer outra coisa que tentasse entrar entre eles. Eles eram um só, fundindo-se em um momento que era apenas deles.

O calor que emanava de seus corpos se misturava com a eletricidade da paixão, e a raiva que sentiam por causa de Tommy se dissipava a cada toque. Eles se moviam juntos, perdendo-se um no outro, as fronteiras entre amor e desejo se desfazendo em um clímax intenso e explosivo.

Finalmente, quando o êxtase os envolveu, Buck e Eddie chegaram a um ponto de entrega total, como se todos os medos e inseguranças se dissolvessem na química que compartilhavam. Eles eram mais fortes juntos, e essa noite era a prova disso.

Após a tempestade de emoções, eles permaneceram entrelaçados, o corpo de Eddie descansando contra o de Buck. O silêncio que seguiu era confortável, um lembrete de que, apesar de qualquer desafio, eles sempre se teriam. E, mais importante, haviam reforçado a conexão que tinha o poder de enfrentar qualquer tempestade.

"Eu te amo," Buck sussurrou, a voz suave e tranquila, sabendo que, apesar das dificuldades, eles poderiam enfrentar qualquer coisa juntos.

Eddie sorriu, um brilho de felicidade nos olhos. "E eu também te amo, Buck. Sempre."

Assim, naquela noite, eles não apenas se entregaram um ao outro, mas também fortaleceram o que tinham, prontos para enfrentar o que o futuro lhes reservasse.

Entre Chamas e Emoções (BUDDIE 9-1-1)Histórias para pegar e não largar. Descubra agora