Buck e Eddie, dois bombeiros da Estação 118, sempre tiveram uma conexão forte, mas uma missão de resgate quase desastrosa muda a dinâmica entre eles. Em meio à rotina intensa de salvamentos, incêndios e situações de risco, eles precisam lidar com o...
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Buck acordou antes de Eddie, sentindo o calor familiar do corpo ao lado dele e, imediatamente, o desejo tomou conta. Olhou para Eddie, que ainda dormia tranquilo, e não pôde deixar de sorrir maliciosamente. "Hoje vai ser um dia interessante", pensou. Ele se aproximou lentamente, beijando o pescoço de Eddie e deslizando a mão pela cintura dele.
Eddie murmurou algo incompreensível antes de abrir os olhos. "Buck, o que você está fazendo?" disse com uma voz rouca e sonolenta, mas um sorriso começou a aparecer no rosto dele.
"Bom dia pra você também", Buck sussurrou, continuando suas carícias, enquanto se inclinava para beijar Eddie com mais intensidade.
Mas, antes que as coisas pudessem avançar, o som estridente de uma campainha ecoou pela casa. Buck parou, olhando na direção da porta, incrédulo. "Quem toca a campainha a essa hora?!"
Eddie deu uma risadinha, tentando se levantar. "Eu vou ver quem é."
"Nem pensar!" Buck protestou, puxando Eddie de volta para a cama. "Deixa tocarem."
Infelizmente, a campainha tocou novamente, dessa vez acompanhada por uma batida insistente. "Ok, agora estou curioso", Eddie disse, levantando-se e vestindo uma camisa.
Buck jogou a cabeça contra o travesseiro em frustração. "Isso é uma conspiração", murmurou.
Acontece que era a vizinha, pedindo ajuda para carregar umas caixas que tinham chegado. Eddie não conseguia dizer não, e Buck ficou bufando dentro de casa. Quando Eddie voltou, encontrou Buck de braços cruzados, claramente irritado.
"Não acredito que você me deixou aqui sozinho em um momento tão importante!", disse Buck dramaticamente.
Eddie riu, se aproximando de Buck e puxando-o para perto. "Relaxa, ainda temos o dia todo", sussurrou, beijando o pescoço de Buck.
Buck sorriu, pronto para retomar de onde haviam parado, mas então, o celular de Eddie começou a vibrar em cima do criado-mudo.
"Ah, qual é!" Buck exclamou, jogando as mãos para o alto enquanto Eddie pegava o telefone.
"É a Hen... parece que ela e a Karen precisam de uma ajuda em casa", Eddie disse, um tanto hesitante.
"Vai ignorar?" Buck perguntou esperançoso.
Eddie suspirou, olhando para Buck com um olhar de desculpa. "Eu volto rápido."
Buck jogou-se na cama mais uma vez, soltando um gemido de frustração. "Isso é ridículo! O universo está brincando com a gente!"
Depois de uma rápida escapada para ajudar Hen, Eddie finalmente voltou. O olhar de Buck imediatamente mudou, os olhos brilhando de desejo novamente. "Agora, onde estávamos?"
Eddie sorriu, aproximando-se devagar. "Acho que estávamos aqui..." Ele começou a se inclinar, mas antes que os lábios deles pudessem se encontrar, o telefone de Buck começou a tocar.
Buck congelou. "Nem pense em atender."
Eddie riu. "Vai que é importante."
Buck levantou-se rapidamente, pegando o telefone e jogando-o no sofá. "Não importa. Hoje, nada mais vai atrapalhar."
Mas antes que pudessem se aproximar de novo, houve uma batida na porta. Era Christopher, voltando da casa de um amigo mais cedo do que o previsto.
"Vocês dois parecem chateados. Está tudo bem?" Christopher perguntou, confuso, ao ver os dois com caras de frustração.
Buck e Eddie se entreolharam, rindo apesar da situação. "Estamos sim, só... tentando aproveitar o dia", Eddie respondeu, passando a mão no cabelo, enquanto Buck tentava disfarçar o constrangimento.
O dia continuou assim: toda vez que Buck e Eddie achavam um momento para ficarem sozinhos, algo ou alguém aparecia. Primeiro foi a vizinha, depois Hen, depois Christopher e, finalmente, até o cachorro do vizinho resolveu latir sem parar.
"É oficial", Buck disse mais tarde, já exausto de tantas interrupções. "Hoje não é nosso dia."
Eddie, tentando não rir, se aproximou e deu um beijo rápido em Buck. "Talvez não tenha sido como planejamos, mas quem sabe à noite, quando o Chris dormir?"
Buck suspirou, mas um sorriso travesso apareceu. "A gente tem que fazer isso funcionar. De um jeito ou de outro."
E, com isso, Buck e Eddie riram, resignados, sabendo que o universo talvez não estivesse do lado deles naquele dia, mas ainda assim, se sentiam mais conectados do que nunca, esperando o momento certo para finalmente ficarem a sós.