35 - O Acidente

41 2 0
                                        

"Tem tudo a ver com ele, com ele eu sem pra onde devo ir e mesmo se eu me abalar, teu amor vai sustentar, tudo que há em mim"
Cetral3

***

Dianna narrando

— Eu só queria saber uma coisa. - falo cruzando os braços pra Lucas.

Ele acente

— Como conseguiu dinheiro, para a aliança? Deve ter custado uma fortuna. - digo arrumando a gola de seu casaco.

— Foi simples. - ele diz com serenidade - Eu pedi dinheiro para meu pai, com a intenção de comprar seu vestido, lembra? - eu acento - Então, como Felipe já havia comprado um, eu usei o dinheiro para aliança.

— Ah entendi, Gigante.

— Falando nisso, o que disse pra o Felipe, quando ele foi embora?

— Disse que eu jamais vou deixar de ser amiga dele, e ele disse que respeita nosso relacionamento.

— Ah sim, ele é um cara bacana.

— Sim ele é.

Ficamos alguns instantes em silêncio, no meio do jardim de casa, todos já haviam ido embora.

Estranho, sinto um pressentimento ruim, como se algo ruim tivesse acontecido.

Acabo ficando focada no céu estrelado, já estou sentindo meu semblante de preocupação.

— O que foi? - pergunta Lucas, vendo minha cara de preocupação.

— Nada.

— Nana nina não! Você não me engana. - ele diz colocando sua mão em meu rosto.

— Deve ser cansaço, afinal hoje foi um dia coberto de surpresas.

— Tudo bem, então já vou embora. - diz ele se levantando da grama - Vou deixá-la descansar.

— Está bem. Vai com Deus! - digo o abraçando.

— Fique com ele. Tchau, beijos e Te amo! - diz ele me dando um beijo.

Vejo ele partir, então miro meu olhos pra porta de casa.

Ufa que dia emocionante, nem dá para acreditar que estou noiva!

Entro em casa, mas o pressentimento ruim anda junto comigo em direção ao meu quarto.

Abro porta, vejo Gi deitada no colchão.

— Ué, não sabia que iria dormir aqui. - digo ao fechar a porta.

— Claro, lembra sempre que você ou eu fazíamos aniversário, nós dormiamos uma na casa da outra, só quis repetir o costume.

— Só você mesmo. - sorrio - Tem razão, estava sentindo falta disso. - digo bocejando.

— Bem acho que temos que dormir. - ela boceja.

— Boa noite amiga!

— Boa noite! - diz ela se ajeitando no colchão.

O Primeiro Amor Histórias para pegar e não largar. Descubra agora