38 - Vestes iguais

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Portanto, louvemos a Deus pela sua gloriosa graça, que ele nos deu gratuitamente por meio do seu querido Filho.
Efésios 1:6

***

No mesmo momento que ele tenta caímos, Felipe fica encima de mim.

Nossos olhares de encontram inevitavelmente.

- Oiê mano! - diz Lucas entrando - O que está acontecendo?

Ficamos parados por alguns instantes, até que e eu levanto.

— Oi Mano! Ela estava me ajudando com as barras, e acabou a acontecendo um acidente. - diz rindo

— Entendi, deixa que eu te ajudo. - diz Lucas levando Felipe o pondo na cama.

— Calma amor, eu te ajudo. - coloco seus seu pés na cama - Você se machucou? - pergunto a Felipe.

— Não estou bem, e obrigado pela ajuda. - diz ele olhando para barra, com um semblante triste.

— Tenha fé Felipe, vai dar tudo certo. - diz Lucas.

Felipe dá um pequeno sorriso, como sinal de agradecimento.

— Com licença! - diz a fisioterapeuta entrando - Bom dia! Como está indo? - ela se aproxima.

— Sim, fora um pequeno acidente que nos tivemos. - diz Felipe olhando para mim.

— Como assim? - diz a fisio erguendo uma das sobrancelhas.

— Bem, eu estava o ajudando com a barras e sem querer caímos. - explico.

— Meu Deus! Eu fui irresponsável de deixa ele aqui sozinho. - se culpa - Eu só fui pegar esse remédio, que Felipe precisa tomar todos os dias, e olha só no que deu.

— Não se preocupe, não foi culpa sua. - diz Lucas.

— Magina, isso não irá acontecer de novo. - ela sorri - Vocês podem me dar licença, e que eu preciso continuar com os exercícios dele. - ela pedi educadamente

— Está bem, nos já vamos. - digo sorrindo.

— Está bem. Tchau Felipe, nós já voltamos.

— Tudo bem, espero vocês. - sorri.

Eu e Lucas saímos e fomos para um pequeno jardim que fica em frente ao hospital.

— Sabia que eu amo esse jardim? - ele pergunta se sentando no grama.

— Eu também, ele é lindo. - me sento ao lado dele.

— Sim, foi nesse hospital que minha mãe morreu. - diz ele olhando para céu azul.

— Eu sinto muito meu amor. - me deito em seu ombro.

— Eu não disse para você que encontrei o diário dela. - logo me levanto eu o olho.

— Como? - eu pergunto assustada.

— Eu vi o quanto que ela sofreu, o quanto ela me desejou. Ela morreu por mim Dianna. - vejo um lágrima se derramar em seu rosto.

O Primeiro Amor Histórias para pegar e não largar. Descubra agora