Acusação Rubra

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Hey nenês <3

Eu me recuso a passar mais uma semana, MAIS UM DIA, sem postar isso. CHEZZ, ele tá pronto desde ontem a tarde, mas tá uma confusão aqui em casa: um casal de amigos da minha mãe chegou no sábado porque o cara vai fazer umas obras aqui em casa e eles vão ficar por aqui. O fim de semana foi cheio e desde ontem (domingo) a obra já começou.

Eu tinha que ter respondido os comentários antes de postar, EU SEI. É minha tradição. Mas como eu disse, eu me recuso a deixar vocês nem que seja mais um dia na mão. E como já são onze e meia, eu vou postar isso aqui e já ir respondendo enquanto isso, okay?

Agora, a razão de eu ter demorado tanto pra escrever (foi umas duas semanas, né? Talvez três), é que rolou (novidade) um furacão na minha cabeça. Eles me desestabilizaram e fiquei sem escrever, sem cabeça para isso. Mas estou melhorando, tirando isso de mim, seguindo em frente. A vida continua, né, galera? Tento seguir a filosofia da Mal: eu vou seguir em frente, eu vou sobrevier.

Bom, sem mais delongas, espero que gostem do capítulo, eu sei que adorei ele <3 E fiquem atentos, estamos na reta final. O livro canon só tem mais quatro capítulos, Corona II não vai muito além disso. Para quem estiver curioso, começamos agora os episódios do capítulo 14 - Cornélio Fugde.

Malfeito, feito!

Nox! <3


— Por que você colocou o pé na frente dele?

Harry havia se sentado ao meu lado, de frente a porta onde Riddle estava escondido. Dessa forma, podíamos ver o corredor e ainda um pedaço do seu rosto, mascarado pelas sombras, mas ainda visível se prestasse bastante atenção, na fresta entreaberta. Encolhi os ombros enquanto meus olhos ainda estavam em Tom – no rosto marcado, no cabelo ondulado e no silencio que conseguia se manter.

— Ele me lembra o Percy — o que não era mentira. Potter soltou um som de compreensão, seu verde focado através dos óculos, também avaliando o rapaz.

— Lembra mesmo — decidiu e senti quando seus lábios se contraíram em um sorrisinho. — Será que também fica lustrando o distintivo até sentir a mão doer?

— E continua por pelo menos meia hora depois disso, sem dúvida — a alfinetada gratuita fez Harry rir junto comigo, no silencio artificial da lembrança da masmorra escura. Não era novidade para mim ficar em silêncio – Lagrum, muitas vezes, esquecia que tinha capacidade de se comunicar comigo. Não foram poucas as horas que passei em completa quietude ao seu lado, observando a mata ao nosso redor, ou apenas descansando. Para ser justa, eu também não duvidava que Potter tivesse experiencia em manter a boca fechada. Ele só estava animado demais para isso.

— Quem você acha que é? — O garoto tornou a perguntar. — O herdeiro, digo.

— Eu não consigo pensar em ninguém que tenha estado em Hogwarts nestes dois períodos de tempo, além dos próprios professores e funcionários — segurei meus lábios entre os dentes por um momento. — E não estou disposta a acreditar que Dumbledore deixaria um homicida empregado.

— Nem eu — Harry amuou, a tensão endurecendo seus músculos e o tornando inquieto. Ele estava impaciente e ansioso, mas conseguiu ficar de boca fechada depois disso. Ao menos por um tempo. Foi ele quem quebrou o silêncio, outra vez, talvez vinte minutos depois. — Então..., você e Fred...?

— Nem comece, Potter — era uma sorte que estivesse tão escuro, já que meu maldito rosto se tornou quente antes que eu pudesse fazer algo a respeito. — Eu e ele vamos conversar amanhã, esclarecer as coisas. Até lá eu não tenho o que dizer além de que não esperava por essa.

Corona IIOnde histórias criam vida. Descubra agora