18 - Caminhos

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Enquanto dirigia até o local onde minha mãe se encontrava, fui pensando em toda minha jornada até chegar onde cheguei e devo tudo isso a ela.

Tinha muito o que crescer no mundo profissional, mas estava no caminho certo e melhor ainda, fazia o que gostava, nesse quesito não podia reclamar.

Minha vida Social era ótima, tinha amigos com quem me relacionava muito bem, de longa data e não menos importantes, recentes que eu conquistei e iam crescendo muito em meu peito.

Agora o amor sempre foi um ponto bastante delicado para mim, quando me apaixonava por alguém, tendia a depender daquela pessoa, custei muito para desvincular minha felicidade ao meu status de relacionamento.

No passado sentia que estar namorando era sinônimo de ser feliz e bem realizada e estar solteira significava fracasso, mas isso não me impedia de querer conhecer alguém que valesse a pena, me apaixonar e constituir uma família só minha.

Passei por grandes arvores e paisagens lindas no meu caminho de Brasília a Anápolis. A natureza me trazia paz. Minha intenção era levar minha mãe para passear no shopping mas ela não podia ir até DF, ofereci de busca-la para que passássemos um ou dois dias juntas, ela aceitou desde que fossemos para Goiânia.

Em Brasília eu mantinha um lar por causa do meu trabalho na faculdade, em Anápolis, meu Lar Maior era a Fazenda que passei minha adolescência, e o terceiro local que firmava também residência guardava um lugar especial no meu coração, era onde eu exercia a advocacia e onde trabalhava em conjunto com um escritório local.

Em Brasília eu mantinha um lar por causa do meu trabalho na faculdade, em Anápolis, meu Lar Maior era a Fazenda que passei minha adolescência, e o terceiro local que firmava também residência guardava um lugar especial no meu coração, era onde eu ...

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~~ Uma foto para ilustrar a distância das cidades que a história aborda. 1:20h de distância entre DF e Anápolis e 30 mim de Anápolis a Goiânia. ~~

Autor

Em pouco mais de 3 horas Gizelly e Marcilene já estavam a caminho de Goiânia, a mais nova sentia seu coração quentinho por poder ficar com sua mãe, foram ao shopping, compraram algumas roupas, a mais velha volta e meia se espantava com algum estilo de roupa que sua filha escolhia.

Experimentava coturnos, shortinhos, muitas jaquetas de couro, calças rasgadas e ria da expressão da mãe quando via os looks escolhidos.

Como advogada e professora se vestia bastante formal nos dias de semana, em seu armário havia vários terninhos, saias e roupas sociais, mas o casual lhe encantava.

Gizelly se limitava a dizer que era tudo Shine, elegante e ultima moda.

Marcilene comprou roupas para todos, Alexandre, Daniel, Lucas, comprou mais um terninho social para Gizelly e saiu de uma loja com uma grande sacola que parecia ser um sapato feminino chique

Gizelly tentava olhar dentro da grande sacola de papel elegante, com sorriso nos lábios, achou que podia ser algo para ela.

- Olha Dona Marcilene, nem é meu aniversario mas Mamei viu.

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