Notas da Autora:
SEM REVISÃO
Primeiro quero agradecer, Amanda e Marina pelas revisões , Obrigada meninas.
Quando iniciei a história não imaginei o que ela podia me trazer, nem em um milhão de anos. Pensei que se apenas uma pessoa a lesse eu ficaria extremamente feliz e continuaria. Para minha total surpresa várias pessoas gostaram, tive bloqueios ao longo da história, os comentários de vocês me ajudaram muito e uma pessoa muito especial me manteve sã (ou deliciosamente louca , ainda não decidi) e acima de tudo feliz para terminar.
"No fundo de cada alma há tesouros escondidos que somente o amor permite descobrir"
Pessoas chegam em nossas vidas e conseguem tirar o melhor de nós mesmos, eu sempre soube disso, agora vivenciar é outro nível.
DOC assim como meu coração, esse também é pra você.
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POV RAFA
Ver meu superior morto pelas mãos da minha melhor amiga foi um sentimento esquisito, de alívio, mas ao mesmo tempo aflição e angústia. Como alguém em quem confiamos por tanto tempo pode quebrar esse elo assim, como deixamos passar tantos sinais.
Manu quase perdeu a vida duas vezes e todo o sofrimento atual poderia ser evitado. Ao mesmo passo que pensar em tudo diferente traria resultados diferentes em nossas vidas, penso que talvez não desejaria que nada mudasse. Se as coisas tivessem sido diferentes, Manu não estava com Mari muito menos eu com Gizelly , então no fim eu sentia que tudo aconteceu exatamente como deveria.
Após a prisão de Daniel e Lucas, liguei para minha noiva para que se acalmasse, não informei sobre sua mãe por telefone pois o assunto era delicado demais para ser tratado dessa forma. Mariana não aceitou ir ao hospital após o resgate então passamos mais quarenta minutos esperando que Manu a convencesse com beijos, abraços e até algumas ameaças, confesso que sempre achei que seria eu e Gizelly o casal insuportável entre nos quatro, aquele que dá beijos a todo momento, diz que ama e quando está junto parece que todas as outras pessoas ao redor somem, mas observar a interação das duas, a forma de seus cuidados e atenção, me fez perceber que elas eram piores que nós.
Acompanhei ambas ao hospital mesmo sem precisar, pois, em alguns momentos eu parecia nem existir.
- Quem eu tenho que matar para ser atendida aqui? - Manu disse assim que entramos no Loby do Hospital, me sentei para esperar ao lado de Mari. Pensei que a piadinha foi cedo demais mas a adrenalina ainda devia estar batendo naquele corpinho.
- Calma Linda, essas coisas demoram - Mari disse e Manu se virou para ela.
- Você seria atendida rapidamente se tivesse vindo com a ambulância e não quarenta minutos depois que ela se foi.
- Eu to bem Manu, não se preocupa, não foi nada. - elas se aproximaram mais.
- Eu me preocupo com você amor - Manu levou as mãos delicadamente no rosto de Mari - quero o seu bem, só isso.
- Eu sei, é reciproco! - Abriram um sorriso uma para a outra e eu não aguentei mais.
- Arghh ! Alguém pode nos atender aqui? - Olhei para os lados, falando mais alto - Preciso que meçam minha glicose aqui por favor? - Me levantei e abri os braços, as duas riram e desfizeram o olhar mas permaneceram com as mãos dadas.
- Para de ser chata amiga - Manu disse.
- Serio gente não dá, melação danada - falei em tom de brincadeira.
- Rafa, avisou a Gizelly? - Mari mudou de assunto.
- Sim, liguei avisando que tudo correu bem e mais tarde conversarei sobre Marcilene.
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Máscaras (Girafa)
FanfictionRafa, Agente Federal com sede de vingança que se mete em uma trama envolvendo uma família poderosa de Brasilia, cruza seu caminho com Gizelly , uma Professora de Direito de uma renomada Universidade e integrante da família investigada. O destino tr...
