Capítulo cinquenta e nove: A armadilha

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  Quando Pansy saiu do banheiro com os olhos mais inchados e vermelhos ainda apenas de roupão, se chocou ao ver o quarto. Estava escuro e a baixa iluminação vinha das velas. A vista do Lago Negro se destacou graças a isso e ficou divino. Daphne e Hestia eram massageadas por alunas menores, deitadas nas camas com as costas para cima. O quarto luxuoso se transformara num spa relaxante.

- Gente, o que é isso? - Perguntou Parkinson

- Massagem, bobinha. - Respondeu Greengrass

- Isso é perceptível. É que está tudo mudado.

- Pan, amiga, está muito estressasa com tudo o que vem te ocorrendo. Nada mais justo do que relaxar. Pode tomar um coquetel e também um docinho. As dietas estão suspensas por hora, amiga.

- Uau! Obrigada. É muito gentil da parte de vocês. Aonde estão Astória e Flora?

- Apenas resolverem alguns problemas. Tome um coquetel, Pan. - Sugeriu Carrow - Vai se sentir bem melhor.

Ao sentar na cama, a bebida lhe foi servida. Depois retirou o roupão e deixou ser massageada. Daphne acertou em cheio nas massagistas. As garotas pareciam ser anjos do Senhor com o toque mais macio do mundo. Parkinson relaxou tanto que, por um instante, esqueceu seus problemas completamente. Até caiu no sono. Outro fator contribuinte foi a dose de calmamente posta na bebida dela.

- Intervalo, garotas!

Hestia entregou-as um saquinho cheio de galeões e elas se retiraram. Daphne se esticou um pouco para visar Parkinson melhor.

- Adormeceu. - Notou a mais nova - Tem certeza que foi uma boa ideia drogá-la?

- Eu não a droguei. Só fiz ela dormir. É o que mais precisa num momento como esse. Pode ir se quiser.

- Qualquer coisa, me chame.

Daphne saiu da cama da irmã e foi à saída. Se deparou com Flora quando abriu a porta. Se cumprimentaram rapidamente e cada uma seguiu seu rumo.

- Como ela está? - Preocupou-se Flora

- Dormindo. - Respondeu a monitora - Foi massageada e bebeu um coquetel especial.

- Não gosto de mexer nas comidas e bebidas das pessoas, mas Pansy parece realmente precisar de uma boa soneca.

- Após o que passou, ela precisa é imbernar.

- Hes, o que que 'tá pegando? Eu sei que você sabe de alguma coisa.

- Embora eu queira te contar, eu não posso, irmã. O segredo não é meu. Mas te garanto que é algo grave.

- Tão grave assim?

- Nem imagina o quanto. Quem dera Zabine a tivesse traído com uma vagaranha. O que ele fez foi pior. Muito pior.

- Tirou fotos dela nua?

- Isso é pior, mas não. Logo você e acho que geral vão descobrir. O importante é que nos dediquemos à Pan!

- Não precisa nem falar. Cuidarei da minha irmã naja direitinho! Só espero que ela se recupere logo.

- Vai sim. Pan é bem mais do que como a descrevem. Ela forte e mostrará isso! Agora eu tenho que ir.

- Aonde vai?

- Ajudar Pansy. Mais tarde eu volto. Daqui a pouco Ast chega para te fazer companhia. Tchau, irmã.

- Tchau.

Hestia não se enganou, como quase sempre. Alguns minutos depois, Astória apareceu. Carrow exigiu silêncio através de um som, pondo o dedo indicador no meio dos lábios. Em seguida, apontou para Pansy. Já havia a vestido com um pijama confortável e a coberto com uma manta quentinha.

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