Antes de tudo, agradeço por ler a longa prévia, para que possa compreender melhor a história. Caso não tenha lido, deixe de ser preguiço e vá ler. Ou receberá MUITOS spoilers. Enfim.
Era uma vez uma linda família bruxa. Era pequena e tradicional, composta por um pai bondoso e duas adoráveis filhas. E desta vez, eram realmente felizes. Todos os dias no verão de 1998, tomavam um bom café da manhã. Depois, as filhas iam trabalhar nas instituições caridosas.
Sr. Greengrass fazia uma longa passeada no bosque, acompanhado de seu fiel elfo-doméstico Pin. Como havia largado o emprego, passava suas horas estudando e lendo. Era bem respeitável por suas gordas doações aos miseráveis. Mesmo assim, recusava convites para grandes cargos ou métodos que aumentasse sua popularidade. Tudo o que queria era passar o resto da vida de quem mais amava e ajudar os necessitados.
Em uma certa manhã de sábado, Daphne e Astória já tinham partido. O homem lia a edição matinal d'O Pasquim – o qual era financiador -, enquanto bebericava seu café. Estava lutando contra o vício do fumo naquele tempo. Sentava na varanda, que lhe proporcionava uma visão incrível de centenas de árvores. Não muito longe, se encontrava um belíssimo lago.
- Com licença, meu senhor. – Chamou Pin – Pin sente muito interrompê-lo-
- Pin, já disse para me chamar de Albert.
- Mil perdões, senhor! Mil perdões!
- Me diga, o que você quer?
- O senhor tem visita. Disse que é uma velha amiga.
O morador largou seu jornal e foi ver quem era a visitante. Se surpreendeu ao ver que era Sra. Malfoy. E se surpreendeu mais ainda ao ver seu estado. Não conversa com a antiga amiga desde a briga que teve com Sr. Malfoy e nem com qualquer outro integrante da família. A mulher estava magra, quase esquelética. Tinha profundas olheiras. Mesmo assim, ainda conseguia ser muito elegante.
A madame se pôs de pé assim que o viu. O medo em seus olhos era perceptível.
- Narcisa! Mas que surpresa!
- Eu lamento muito em ter vindo assim. Tenho noção que deveria ter mandado uma carta ou conversando pela chaminé, mas eu... Podemos conversar, por favor, Albert?
- Mas é claro! Aceita uma xícara de chá?
- Sim. Seria muito bom.
Sr. Greengrass observava-a com integração. Enquanto ele era o conceito de felicidade, ela era a definição de melancolia. Estava com medo e nervosa. Não sabia como agir corretamente perto dele, temia ser destratada. Sua mão tremula fazia o chá se mexer.
- Está tudo bem? – Preocupou-se o homem – Você me parece nervosa.
- É porque estou. Pensei que fosse me expulsar daqui.
- Eu jamais faria isso!
- Pensei que detestasse minha família depois... Do que Lúcio disse.
Sr. Greengrass ficou um tanto incômodo. Não gostava nem um pouco de lembrar da briga que teve com o velho amigo.
- Bem, isso faz anos. Eu não sou de guardar rancor. Pelo menos, não mais. O que trás você a minha amada casa?
- Eu... Eu preciso da sua ajuda, Albert.
- De quanto precisa?
- Não dinheiro. Ainda temos muito, depois da Indenização que demos ao Ministério da Magia. O que eu preciso é que ajude minha família. Pelo menos, o meu filho. Draco está se afundando em uma depressão. Não sai de casa, não quer conversa comigo. Mal come, mal dorme. Parece um defunto! Meu medo é que...
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Menina Selvagem
Fanfiction#Em 1° lugar como Drastória #Em 1° lugar como AstóriaGreengrass #Em 1° lugar como Astória #Em 2° lugar como Alvo Na alta sociedade bruxa, foi designado que meninas devem ser gentis, calmas e apresentáveis. Astória Greengrass era tudo, menos isso. El...
