Capítulo setenta e seis: Barraco em família

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Vocês pediram e o melhor aconteceu! Boa leitura

  Pela manhã, quando o Sol mal tinha nascido, os Greengrass, Draco, Susan e Prof. Slughorn estavam numa praia. Os jovens quase dormiam. Foram despertos com o som de aparato de Pansy e Blásio, que estavam de mãos dadas.

- Foi mal a demora. – Pediu o capitão – Não estamos habituados a despertar tão cedo.

- Eu também era assim. – Contou o diretor de sua Casa – Um dia, acordava às dozes horas. No outro, às cinco da manhã. Já estão todos aqui?

- Sim. – Respondeu o Sr. Greengrass – Só falta a portadora aparecer. Ela deveria chegar... – Uma bruxa aparatou ali – Agora.

Portador(a) é aquele que trabalha na companhia da chave de portal, cuja função é transferir os clientes. A funcionária vestia uma bata azul com botões frontais, de mangas longas, e um chapéu de mesma cor em formato de triangulo, só que com a ponta cortada. Ela carregava uma caixa.

- Olá. Eu sou Cho Chang e serei a portadora de vocês. Aqui está meu comprovante de portadora. – Retirou um pergaminho do bolso, os mostrou e guardou depois – Por favor, me mostrem os documentos de vocês.

Mostraram os documentos. Chang verificou as bagagens deles para garantir que não levariam nada ilegal e deu instruções de como ser transportado e pousar adequadamente. Perto da hora da viagem, colocou a caixa na areia e retirou a tampa, revelando uma panela.

- A viagem será em um minuto. Sugiro que toquem agora e tenham uma ótima viagem!

Os oito seguraram na panela e foram transferidos, alguns instantes depois, para uma floresta deserta. Susan pousou facilmente. Infelizmente, Daphne caiu em cima dela. Astória as ajudou a se levantar. Duas carruagens os aguardavam. Dividiram-se em dois grupos e os veículos se movimentaram.

Malfoy pôs a mão na da namorada, no colo dela. A morena o olhou silenciosamente e depois olhou para a janela. Reparou que Greengrass estava um tanto estranha, bem quieta. Supôs que fosse o sono. Levou quase uma hora para chegarem no Lar ancestral Greengrass. O local se assemelhava bastante a um palácio antigo. Alguns parentes estavam na entrada. As portas foram abertas e os lacaios os ajudaram a descer.

- Uau! – Exclamou Pansy – Meu lar ancestral é um chalé comparado a este!

- Não se engane. – Avisou Daphne – O que parece um castelo é, na verdade, um campo de batalha. Aquela é Joanne?

- É ela mesma! – Confirmou Astória – Joanne!

Astória correu para abraçar sua prima transgênero, que um dia fora Jhonnata. Joanne a abraçou de volta.

- Que saudade! Não nos vemos há tanto tempo que até me esqueci de sua existência!

- Já você, é impossível de esquecer. Está sempre nos jornais.

- Achei que não viria após sua cirurgia. Soube que nossos parentes foram totalmente contra a sua mudança.

- E deixar de ver os falsos se matarem? Nunca, prima. E falando em falsa, tem uma de papinho com o seu homem.

A naja se virou e revirou os olhos. Foi até o namorado que dialogava com sua prima alemã, negra, de cabelo cacheado que possuía olhos azuis incrivelmente claros. Não era muito velha que a naja. Deveria cursar seu último ano em Dursmtrang.

- Katharina! Vejo que já conheceu o meu namorado.

- Já conhecia quando noivou com sua irmã. – Contou a alemã – E de outras ocasiões. Quer mesmo ficar na família, não é, Draco?

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