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Taehyung prefere não insistir em fazer perguntas sobre Amy ao prefeito, com certeza ele não será uma fonte de informação confiável nesse caso, então ele continua a falar com o prefeito sobre a campanha e a viagem a Oklahoma.
Depois de alguns minutos conversando com o prefeito, Taehyung se despede de Allan e da esposa.
Ele sai da casa do prefeito e caminha pelo jardim até chegar ao seu carro que está estacionado ao lado do carro do prefeito, ele cumprimenta Oswaldo, o motorista da família.
Antes de entrar no carro Taehyung olha novamente para Oswaldo e decide ir falar com ele.
— Eu não o vi na recepção. – Não faria sentido o motorista estar lá dentro com os convidados, mas foi a única coisa que veio a cabeça de Taehyung no momento.
— Não senhor..., eu sou apenas o motorista, não participo desses eventos.
— Mas você trabalha para a família a muito tempo certo? Deve ter conhecido a mãe de Megan.
— Sim senhor, trabalho para o senhor Dickinson a vinte anos. – Oswaldo diz orgulhoso. – Dona Elsa era uma mulher muito simpática e educada, mas tinha uma personalidade forte. A filha do patrão, a Amy, se parece muito com ela.
— É uma pena que Amy não tenha ficado para a recepção. – Taehyung aproveita a oportunidade para perguntar. – Você deve ter visto ela crescer.
— Sim senhor, quando vim trabalhar aqui ela era só uma menininha, Amy sempre foi uma criança curiosa e de muita personalidade. Um doce de menina.
— Eu fico feliz que ela esteja se reaproximando da família..., depois de tudo o que aconteceu entre eles. – Taehyung tenta jogar um verde na esperança de que Oswaldo saiba de alguma coisa. Mas o sorriso de Oswaldo desaparece assim que Taehyung toca no assunto.
— Eu não sei exatamente o que aconteceu na faculdade, mas aquele não foi um bom lugar para a pequena Amy. Depois daquilo ela nunca mais foi a mesma e decidiu ir embora.
— O que aconteceu com ela na faculdade?
— Eu não sei não senhor, só sei que numa noite o senhor Dickinson pediu para eu ir busca-la na faculdade e a pequena Amy parecia muito assustada, eu a trouxe para casa e houve muita discussão... Bom, acho que o resto da história o senhor já sabe.
— Sim..., claro que eu sei. – Taehyung diz apesar de não saber de nada. – Foi muito bom falar com você Oswaldo.
Taehyung entra no carro e começa a dirigir, ele pensa nas informações que acabou de receber. Alguma coisa aconteceu na faculdade e a história é bem parecida com a que Beth contou a ele no escritório.
Numa noite Beth foi tirada da cama para ir até o hospital cuidar da internação de Amy e depois disso Amy se afastou da família.
O que pode ter acontecido? Que segredo é esse que a família Dickinson guarda a sete chaves?
Taehyung dirige até a casa de Amy tentando juntar todas as informações, mas nada faz muito sentido. Ele estaciona o carro em frente ao prédio onde Amy mora, ele atravessa a rua e toca o interfone.
A porta abre sem que Amy atenta o interfone, Taehyung entra e sobe as escadas. A porta do apartamento de Amy está aberta, mas ela não está esperando por ele do lado de fora como costuma fazer.
Taehyung entra no apartamento e fecha a porta.
Amy está sentada na poltrona que fica de frente para a janela, ela está com um cigarro em uma das mãos e uma garrafa repousa entre suas pernas, o seu olhar está fixo na janela. Parece que ela não o viu entrar, mas assim que Taehyung se aproxima ela diz:
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PS: Não me ame!
FanfictionTaehyung é o tipo de homem que ela detesta: um advogado de sucesso pacato, conservador e religioso que sonha em construir uma família. Amy é o tipo de mulher que ele sempre julgou: decidida e impulsiva, ela não se importa com o que as pessoas dizem...
