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Capítulo 29 - Aylla

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Quando terminamos, ele se jogou na cama, sem fôlego e estava até pálido de tanto gozar.

- Você está bem? - disse me largando em cima dele. Estava até com os braços moles.

- Tem chocolate até onde você não imagina.

- Posso lambê-lo todinho novamente.

- Eu é que vou te lambuzar de novo. Ele se sentou num impulso me dando um susto.

- Não Enrico. Para, assim não. - Ele pegou o pote com o resto do creme que sobrou e passou na minha cara. Aproveitei e fiz o mesmo com ele. Definitivamente, não éramos um casal normal.

Depois me beijou, lambendo toda a sujeira. Fiz o mesmo com ele e aproveitei para escorregar meus lábios, chupando seu pescoço, até limpar toda aquela deliciosa guloseima. O chupei com tanta força que o deixei marcado.

- Você me marcou sua vampira. Vem aqui que vou fazer o mesmo com você. - Ele me chupou da mesma forma, enquanto enfiava um dedo em mim. - Vou te marcar enquanto você goza bem gostoso para mim.

- Isso amor. Hummm! - Ele me chupava com força e as vezes apenas passava sua língua bem de leve e enquanto fazia isso, acariciava meu clitóris com suavidade, mas sem parar.

- Como você é cheirosa. Quero te chupar todinha.

- Estou bem aqui. Me tatue com sua boca.
Ele foi descendo e me chupando como eu havia pedido. Foi deixando suas marcas em meus seios, abdome e entre minhas pernas. Que sensação sem igual eu estava sentindo. Quando terminou, se concentrou em chupar minha buceta, que ainda estava suja com nosso café da manhã.

- Uau, tem uma refeição completa aqui. Mas de todos esses sabores, o seu ainda é o meu preferido.

- Então pegue o quanto quiser. É tudo seu, grandão.

Ele me chupou tanto, que gozei duas vezes. Tive orgasmos múltiplos logo em seguida e só paramos porque eu estava me sentindo esgotada.

- Amor, estou em estado de coma novamente.

- Já! - ele disse, respirando com dificuldade.

- Não seu bobo. Não esse tipo de coma. Estou em estado vegetativo. Você me chupou tanto que gastou minha buceta.

- Deixa eu conferir. - Ele fez menção de ir até ela, mas o impedi.

- Nem pensar - Segurei sua cabeça ou acabaria muito dolorida. - Não aguento.

- Minha pequena está fugindo da raia?

- Claro que não. Só preciso me recuperar, ela está em frangalhos.

- Então vou preparar um banho bem quentinho para relaxarmos.

Ele saiu do quarto, me deixando largada na cama. Mas logo em seguida, bateram na porta.

- Enrico, tem alguém na porta. - Chamei, mas ele não atendeu. Ouvi o som do chuveiro e deduzi que estava tomando uma ducha para se limpar.

Levantei toda suja mesmo e fui atender. Estava com cara de quem tinha aprontado todas e dei de cara com o gerente, que me olhou de cima abaixo sem disfarçar seu olhar predador.

- Bom dia senhorita.

- Bom dia. Algum problema? Está escrito pra não incomodar. - Eu tinha certeza que conhecia aquele cara, mas de onde?

- Desculpe, mas deixaram esse bilhete e disseram que é urgente, como não consegui ligar para o quarto...

- Ai você achou que poderia trazer pessoalmente, não entendendo que não queríamos ser perturbados. Ok. Pode me dar.

Vidas Cruzadas Parte IIIHistórias para pegar e não largar. Descubra agora